Som e Cores com pé na areia em Ilhabela

16 10 2009

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Transporte

Patrocinadores

A Festa será realizada no paradisíaco Restaurante Canto do Jabaquara, praia do Jabaquara – Ilhabela no dia 01/11 a partir das 22h, e contará com a presença de vários artistas e bandas,performances de pirofagias e artes circense, com toda infra-estrutura necessária p/ receber 1000 pessoas.

A decoração será feita com materiais reciclados e reutilizados pelo grupo RECICLA FLORES.

Teremos no local, 10 seguranças, 1 ambulatório médico com 2 enfermeiros e 1 auxiliar de enfermagem, 02 salva vidas além do apoio e da Polícia Militar.

Convites: 25,00 M /30,00 H /Casal 50,00.

Para transporte contaremos c/ 12 jipes, 02 escunas e 02 flex-boats; todos cadastrados, autorizados e credenciados. Todos esses meios de transporte custarão R$30,00 para aqueles que já possuem o convite em mãos e o convite dará prioridade na hora do embarque.

JIPES /FLEXBOATS terão suas saídas iniciadas no píer da vila à partir das 20h30, com intervalos intercalados de 20 minutos. A volta será 02h00 com intervalos de 30 minutos. Escunas terão saídas as 20h e 22h e retornarão às 03h30 e 05h00.

Let´s dance!
bjssssssss
Pat Poll





SERIAL FUNKERS NA QUINTA-BLACK DO REY CASTRO ABC

14 09 2009

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O PODER DOS SONS

19 03 2009

Hellooo
Não basta fazer música, quem escolhe o caminho da arte precisa “trabalhar” com o coração, isto significa estudar, pesquisar e praticar a verdadeira harmonia…Á partir de hoje estarei postando artigos para que músicos possam estudar os sons e suas vibrações…Na minha opinião a verdadeira Arte só pode ser feita com a alma e com o respeito pelo caminho que ela percorre até poder ser admirada por outros, que a julgarão boa ou ruim. Um artista deve, antes de tudo “ouvir” seu coração!….

Boa leitura
Bjundas
Inté mais, Luz e Paz!

Portal 13 – O Portal da Música e da Arte
INOVE, seja DIFERENTE …esteja PRESENTE!

O PODER DOS SONS

” No princípio era o Verbo…”
Para que se possa compreender perfeitamente a razão de ser dos Hinos, Mantras, e Vocalizações (entoações de vogais) é mister que se tenha em mente que os sons são vibrações e como tais são capazes de desenvolver ações físicas. Um som não é apenas um fenômeno acústico, portanto ele é algo capaz de influenciar não apenas o órgão da audição, mas também produzir outras manifestações físicas. A física conhece perfeitamente o efeito da ressonância que pode se fazer presente em tudo, pois a estrutura da natureza é essencialmente vibratória.
Para que possamos sentir o que foi dito antes vamos tentar examinar uma pequena faixa de ondas, aquela em que se situam os fenômenos acústicos. Ninguém põe em duvidas as citações seguintes, por serem elas suficientemente reintegradas nos anais das ciências Clássicas, mesmo que algumas delas pareçam referências absurdas…..
Um som ritmado, como o marchar cadenciado de soldados, pode fazer desmoronar pontes, por isto quando tropas atravessam-nas geralmente o fazem em marcha desordenada, pois o marchar ritmado pode determinar uma sobrecarga vibratória por ressonância suficientemente forte para acarretar um rompimento físico da estrutura sólida. Isto foi o que certa vez ocorreu numa ponte em Amienes, na França. Por essa razão é que desde então um pelotão geralmente evita atravessar uma ponte marchando.
Os sons produzidos por aviões a jato acarretam problemas de diferentes naturezas. Sabe-se que a grande maioria dos ovos incubados próximos das rotas de aviões a jato não geram devido às vibrações produzidas pelo ruído das turbinas. Esse mesmo ruído é capaz de rebentar vidros e outros objetos frágeis. As naves aéreas quando ultrapassam a barreira do som originam ondas de choque que rebentam vidros e causam uma infinidade de outros inconvenientes. O grande tenor Caruzo era capaz de rebentar uma taça de cristal unicamente pela emissão vocal de certas notas musicais. Na França um edifício onde funciona um Instituto de Pesquisas Físicas de Ultra-sons, embora ninguém escutasse som algum, mesmo assim durante certas experiências físicas ali realizadas começou a apresentar rachaduras. Depois ficou comprovado que o problema tinha como causa as vibrações sonoras, mesmo em nível de ultra-sons.
Algumas construções históricas, entre elas o Coliseu de Roma, estão ameaçadas de desmoronamento em decorrência de vibrações de trânsito, especialmente as sonoras.
Os sons, além de um certo limite de decibéis, causam lesões no aparelho auditivo de gravidade variável, podendo chegar a um limite máximo de produzir surdez. Quaisquer barulhos podem ser prejudiciais aos ouvidos assim como determinar outras alterações orgânicas. Mesmo o buzinar de um veículo determina quebra acentuada na postura das aves, por isto hoje se evitam os aviários às margens das rodovias.
Por outro lado, as aves quando submetidas a uma música adequada apresentam uma postura mais prolongada. Também as vacas conforme a música e outros sons podem produzir maior quantidade de leite e isto de uma maneira tão evidente que certos produtores americanos e europeus estão utilizando musica ambiental nos estábulos.
Certas bactérias capazes de resistir ao calor ou ao frio intenso morrem rapidamente ao serem submetidas a certos níveis sonoros, por isto atualmente a esterilização de materiais muito sensíveis ao calor está sendo feito por meio de ultra-sons.
A medicina emprega sobejamente os sons como meio curativo. Comumente ela utiliza aparelhos de ultra-sons que geram sons de baixa freqüência, praticamente inaudíveis para o homem, mas que determina uma série imensa de ações sobre o organismo. Várias moléstias são suscetíveis de tratamento com tais aparelhos.
Além da ação física propriamente dita, os sons têm uma enorme capacidade de produzir efeitos mentais das mais diferentes naturezas. Assim é que há sons que irritam as pessoas, como por exemplo, o chiado de um grilo, uma goteira numa lata, o ranger de uma serra sobre um metal, giz em quadro negro, e uma infinidade de outros ruídos. Por outro lado há sons que acalmam e agradam, haja vista a música lenta e melódica. Mas, mesmo em se tratando de música há aquelas que estimulam certas condições psíquicas, como as músicas que despertam os sentimentos patrióticos, a coragem e a combatividade. Há músicas, como as sacras, que levam a alma a um estado místico profundo, como há as que estimulam o repouso, enquanto outras podem despertar tristezas e melancolias. Não restam dúvidas de que os sons têm poder de despertar estados psíquicos especiais. Portanto, vemos com estes exemplos, entre milhares de outros, que uma vibração sonora pode determinar condições as mais diversas sobre o campo onde ela se manifesta, e que os seres vivos são altamente sensíveis aos sons.
Vimos também que os sons podem acarretar alterações no organismo vivo, portanto é de interesse saber quais são as alterações possíveis, em que níveis e em que intensidade elas ocorrem. Certamente ninguém está em condição de afirmar isto com precisão, pois se trata de um campo altamente inexplorado pela ciência atual, mas, se é desconhecido para a ciência oficial, também o será para outras ciências? Será que não existem ciências que tenham conhecimentos do assunto em profundidade? Talvez sim, então não se deve negar que o homem por vias diferentes daquelas preconizadas pela ciência oficial pode haver descoberto uma série de coisas ainda não oficialmente aceitas. Isto tem acontecido a amiúde. Por exemplo, até bem pouco tempo a ciência oficial dizia não existir a “aura” dos seres vivos citada pelos sensitivos, até que isso foi evidenciado por meios técnicos. O campo bioplasmático, portanto, acabou sendo fotografado e a ciência teve que aceitar isso, mesmo que ela haja contradito isso no passado e denominado de fantasiosas aquelas pessoas que afirmavam ver um halo em torno do corpo das pessoas.
As descobertas podem ocorrer por via dedutiva e também por via indutiva. Assim os conhecimentos existentes na terra podem perfeitamente ter surgido por quaisquer dessas vias. Ninguém sabe quantas vezes a terra já foi palco para civilizações que atualmente estão sepultadas na névoa dos tempos e que cultivaram ramos das ciências especializados exatamente em usos incomuns dos sons.
Seja como for que o leitor encare essas informações, uma coisa, porém é certo, o som determinam modificações apreciáveis nos seres vivos, pois quando determinados sons são emitidos, certas células do organismo vibram e isto não é nada de espetacular, é uma lei normal de acústica que se cumpre.
No mundo há muitas coisas curiosas a respeito do poder dos sons. Por exemplo, no Templo de Shivapur da Índia, dizem existir uma pedra em frente à porta de entrada e que tem a peculiaridade de ao ser tocada com um dedo por onze pessoas pronunciando as palavras “QMAR ALI DEVIXE” a pedra se torna sem peso e flutua, embora ela pese 41 Kg. Ao ser pronunciada aquela frase com uma certa tonalidade a pedra é erguida sem qualquer esforço por parte das pessoas até uma altura de dois metros e em seguida ela cai após um segundo.
Infelizmente o homem tem utilizado muito pouco do poder dos sons, especialmente na área da saúde. Em algumas civilizações desaparecidas o poder dos sons foi a base de um sistema completo de cura, mas todos aqueles conhecimentos ficaram perdidos, ou melhor, foram destruídos em muitas ocasiões, especialmente no incêndio da Biblioteca de Alexandria.
Atualmente só um pouco resta da ciência hermética dos sons, apenas um mínimo voltou a ser redescoberta, especialmente pelos pitagóricos. Muitas pessoas podem duvidar de que os sons podem se constituir uma das principais artes de curar, mas queiram ou não queiram eles curam. Quando um médico utiliza um aparelho de ultra-sons para o tratamento de uma inflamação, para deter a formação de um abscesso, ou para a cura de um artritismo, ele simplesmente está emitindo e dirigindo uma onda sonora diretamente para o nível da lesão que pretende curar. Assim, se obtém efeitos especiais tais como o facilitar a circulação local pela dilatação dos vasos sangüíneos e algumas outras alterações que os sons são capazes de provocar e assim forçar o reequilíbrio na região afetada.
Se uma emissão sonora produzida por um aparelho pode curar uma enfermidade, perguntamos então a razão pela qual se deve duvidar de que os sons produzidos por instrumentos musicais, ou mesmo pelas cordas vocais, não possam fazer o mesmo.
O uso dos sons é uma arte perdida, houve povos na Antigüidade que curavam somente com os sons. Não somente as funções somáticas, como também a função psíquica era restabelecida pelas ondas sonoras adequadamente dirigidas.
Para cada função orgânica existem sons capazes de provocar alterações. Assim sendo, há sons que estimulam as funções renais, hepáticas (Hoje a ciência vem redescobrindo as possibilidades de cura oferecidas pelos sons assim é que redescobriu que os cálculos renais podem ser fragmentados com ultra-sons). Por outro lado há sons que provocam lesões e congruentemente, doenças. Há sons adequados para tudo no organismo, infelizmente isto foi esquecido em parte e hoje até mesmo chega-se a duvidar da eficácia do poder dos sons, embora eles realmente funcionem a maior parte dos resultados é decorrente do efeito de ressonância.
No tratamento das doenças, sem sombra de dúvidas, o poder dos sons muitas vezes é mais eficiente do que o próprio poder das drogas químicas. Os medicamentos químicos muito freqüentemente agem destruindo, enquanto os sons quando bem orientados podem com certa facilidade restabelecer a harmonia do organismo sem provocar-lhe danos e assim dispensa a ação tóxica de muitos remédios atuais. Se os sons são pouco utilizados no tratamento das pessoas isto decorre do conhecimento haver sido perdido há muitos séculos. Tudo o que restou foram uns poucos conhecimentos sob a guarda das Fraternidades Secretas. Restaram apenas fragmentos da arte completa, e ninguém tem certeza de que aquilo que algumas doutrinas ensinam atualmente sobre isso seja realmente algo benéfico, pois o poder invisível da “conjura” que tudo corrompe certamente não deixou passar em branco algo tão valioso como o uso dos sons. Por certo a “conjura” também provocou alterações nesse conhecimento sempre tendo em mente os fins maléficos a que sempre se propôs.
O pouco uso que hoje se dá à arte dos sons deve-se também ao fato do ser humano ser comodista demais por natureza, sendo assim ele acha mais fácil deglutir um comprimido, ou tomar uma injeção, do que passar algum tempo sob o efeito de ondas sonoras. O homem atual quer se curar num minuto, por isto ele não aceita coisas como os “mantras e as vocalizações como forma de tratamento. A vida moderna, infelizmente, exige velocidades, e a cura pelos sons muitas vezes é um tanto mais lenta do que aquela levada a efeito por sistemas místicos, mesmo que esta seja uma forma muito mais perfeita e harmônica. A emissão de sons durante vários minutos, várias vezes por dia, é para o homem moderno mais cansativo do que a deglutirão de uma pílula ou a ingestão de uma colherada de xarope, por isto ele muitas vezes dá preferência a esse tipo de tratamento”…..
Muitos julgam que a saúde depende de medicamentos químicos, quando na realidade ela depende do EQUILÍBRIO DA ENERGIA VITAL. O grande poder de curar que certas pessoas são dotadas reside no saber conservar a sua energia sutil mantendo-a suficientemente intacta para usá-la, entre outras coisas, no tratamento da saúde.
Os medicamentos químicos levam o organismo a um estado de aparente cura, pois é um sistema violentador, lesivo para o organismo, muitas vezes curando uma coisa na medida exata em que gera uma outra ainda pior, num processo de “cura substituta”, apenas. Há a substituição de uma manifestação mórbida por outra, às vezes menos incômoda, mas suficiente para tornar o paciente dependente perpétuo da medicação química.
Qual os medicamentos ingeridos por Buda, por Jesus e por tantos outros avatares? – Por ventura Jesus ficou doente algum dia? – Não, pois Ele era e é a própria saúde. Qual o segredo de muitos Ioguins que vivem um número de anos muito além da média considerada normal? – Qual a fonte de juventude de alguns místicos, de muitos Rosacruzes, por exemplo? – Qual o segredo de alguns Patriarcas Bíblicos que viveram séculos?…
Por José Laércio de Egito





Pronto tocar no Brasil, Chuck Berry diz que o clássico não envelhece

9 06 2008

Chuck Berry tocará no Brasil com seus dois filhos

09 de Junho de 2008

O lendário Chuck Berry se mostra preparado e seguro para os seus quatro shows marcados para acontecer neste mês, no Brasil.

Com 81 anos, o roqueiro prepara um show de hits. “Vamos dar o que as pessoas querem ouvir”, afirmou ele, à Reuters. “O clássico nunca fica velho”, completa Chuck.

O músico vai se apresentar no Rio de Janeiro no próximo dia 17, em São Paulo no dia 18, em Curitiba no dia 20 e encerrará a turnê pelo país em Porto Alegre, no dia 21. Em todas as apresentações o roqueiro estará acompanhado de seu filho, Chuck Berry Jr., na guitarra e de sua filha, Ingrid Berry Clay, que irá cantar e tocar gaita.

Da redação, por Raquel Camargo





ÚLTIMA CHAMADA

7 06 2008





Projeto EletroAcústico em São Paulo

14 05 2008

Tenho a oportunidade de organizar um encontro musical e um sonho meu, e gostaria muito de convidar aos que meditam quando tocam algum instrumento ou quando ouvem uma canção, estes que acreditaram que não importa o som….se ele for HARMÔNICO.

CONHEÇAM O PROJETO …e sejam Bem Vindos!

O Projeto Eletroacústico junta os BPM´S eletrônicos com elementos acústicos e percursivos.

Na Estréia do projeto a Banda ELETRIKA faz um som totalmente inovador.
Formada por quatro mulheres incríveis, é liderada por Samara Iacono.
A Eletrika mescla:

MÚSICA ELETRÔNICA POP
DANCE CLÁSSICO (ANOS 90)
HIP HOP E DANCE MUSIC ATUAL

MAIS INFORMAÇÕES: www. maoribar. com. br





Música e Distração e São Bernóia…enfim!

14 05 2008

Depois de eu reclamar tanto de nada pra fazer em São Bernóia…conhecí o Snooker Bar dos brothers, entre eles músicos amigos que se encontram lá aos domingos, tem os melhores tacos e mesas profissionais, cerveja gelada “Com certeza” - By Bedel…além de violão, bongo…e gente da paz!

EU VOU!

See ya

Pat Poll

Snooker Bar Marechal

Rua Marechal Deodoro, 1815 – SBC – Centro

Fone para eventos: 11 43452666 -  http://sinuca.110mb.com/





RESPECT

10 05 2008

SAUDAÇÕES GALÁCTICAS
RESPECT retorna dia 7 de junho durante a semana mundial do MEIO AMBIENTE reforçando nossa identidade de ENCONTRO MULTICULTURAL e ECOLÓGICO, desta vez apoiado carinhosamente pela família do maior e mais importante festival de Arte e Cultura Alternativa da América Latina, o UNIVERSO PARALELLO.

Seguindo a temática PSYCHEDELIC 60´s, iremos desembarcar na década da contracultura e explorar toda contribuição artística e ideológica nascida nessa época única em contestações, rupturas e descobertas espirituais!

Convidamos todos a participarem desse mosaico cultural, onde o RESPEITO ao próximo, à NATUREZA e a VOCÊ mesmo serão as palavras chaves, servindo cada vez mais de exemplo para essa sociedade carente de paz, amor e humanismo.

Una-se a nós nessa meditação!

FLYER:

SAUDAÇÕES GALÁCTICAS
RESPECT retorna dia 7 de junho durante a semana mundial do MEIO AMBIENTE reforçando nossa identidade de ENCONTRO MULTICULTURAL e ECOLÓGICO, desta vez apoiado carinhosamente pela família do maior e mais importante festival de Arte e Cultura Alternativa da América Latina, o UNIVERSO PARALELLO.

Seguindo a temática PSYCHEDELIC 60´s, iremos desembarcar na década da contracultura e explorar toda contribuição artística e ideológica nascida nessa época única em contestações, rupturas e descobertas espirituais!

Convidamos todos a participarem desse mosaico cultural, onde o RESPEITO ao próximo, à NATUREZA e a VOCÊ mesmo serão as palavras chaves, servindo cada vez mais de exemplo para essa sociedade carente de paz, amor e humanismo.

Una-se a nós nessa meditação!

www.respect.art.br





ABL organiza shows de MPB para celebrar chegada da corte

1 04 2008

Fonte: UOL

Rio de Janeiro, 1º abr (Lusa) – Espetáculos de música popular brasileira vão homenagear, no Rio de Janeiro, os 200 anos da chegada da família imperial portuguesa ao Brasil.

As apresentações mensais estão sendo organizadas pela Academia Brasileira de Letras (ABL), com patrocínio da Petrobras. Os eventos começam em 7 de abril, com entrada gratuita, e vão até novembro.

A série de espetáculos intitulada “MPB na ABL” incluiu apresentações da pianista Maria Teresa Madeira, do cantor Marcos Sacramento e do Quadro Cervantes, considerado um dos mais importantes grupos de música antiga.

A programação conta ainda apresentações de João Bosco, Moraes Moreira, Wanda Sá, Clara Sandroni, Cristina Buarque, Nilze Carvalho, Nelson Sargento e do grupo , Os Cariocas.





Guitarrista de Ozzy Osbourne, Zakk Wylde fala sobre a terceira turnê do cantor no Brasil

1 04 2008

Fonte: UOL 

Por: MARCUS MARÇAL
Da Redação

Reprodução

Zakk Wylde toca no Brasil com Ozzy Osbourne e Black Label Society

Zakk Wylde toca no Brasil com Ozzy Osbourne e Black Label Society


O cantor britânico Ozzy Osbourne excursiona no Brasil pela terceira vez e promove seu mais recente álbum de inéditas, “Black Rain” (2007). O artista se apresenta nesta quinta-feira (3) no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, e, no sábado (5), faz show no Parque Antártica, em São Paulo.

A banda que o acompanha é formada por Zakk Wylde (guitarra), Rob Nicholson (baixo), Mike Bordin (bateria) e Adam Wakeman (teclados). Dois expoentes da música pesada contemporânea, os grupos Korn e Black Label Society fazem os shows de abertura.

Zakk Wylde, que também é lider do Black Label Society, falou ao UOL durante intervalo de ensaio para a turnê e fez piada com a epidemia de dengue no Rio. “Está acontecendo uma epidemia por aí e vamos ao Brasil especificamente para matá-la. Esta é a razão principal da turnê (rindo)”, declarou.

Ozzy Osbourne já fez shows no país nos festivais Rock In Rio (1985) e Monsters of Rock (1995), mas esta é a primeira vez que Wylde toca no Brasil. O músico falou sobre o repertório que o cantor apresentará. “Ozzy tem muitos temas em seu catálogo e tocaremos algumas canções de ‘Black Rain’, além do melhor de sua obra. Estamos ansiosos para tocar. Ele diz o tempo todo que o público brasileiro é durão e que vamos nos divertir adoidado”, adiantou.

A despeito das vindas anteriores de Osbourne, os apreciadores de som pesado têm um bom motivo para não desperdiçar a oportunidade de assisti-lo ao vivo. Isso porque, desde a morte do músico Randy Rhoads (1956-1982), principal responsável pela identidade sonora do cantor após a saída do Black Sabbath em 1979, Ozzy sempre teve problema com o rodízio de guitarristas em sua banda. Na primeira visita ao país, contou com Jack E. Lee — que o acompanhou de 1983 a 1987– e, na ocasião da segunda excursão, Joe Holmes substituiu provisoriamente o próprio Wylde, no período entre 1995 a 1998, e entrou para a banda pouco antes da vinda ao Brasil.

Zakk Wylde entrou no grupo em 1987 e participou das gravações do álbum “No Rest For the Wicked” (1989). O guitarrista passou a acompanhar Ozzy Osbourne nas turnês, sendo o principal responsável pelo vigor e a nova personalidade mais contemporânea de sua música a partir dos anos 90, época em que voltou ao topo das paradas com o álbum “No More Tears” (1991), seu maior sucesso de vendas até hoje.

À exceção do hiato nas turnês entre 1995 e 1998, Zakk Wylde é desde então presença constante nas excursões e álbuns de inéditas de Osbourne. Mas, apesar da predileção do chefe, o guitarrista é humilde quando comparado a Rhoads, assumidamente uma de suas maiores referências musicais. “Randy sempre será um deus entre nós. Os antigos fãs de Ozzy nunca poderão esquecer Randy Rhoads, mesmo porque sem ele não existiria Zakk Wylde. Não considerei uma grande responsabilidade assumir um posto que já foi ocupado por ele, mas seu trabalho ainda me inspira até os dias de hoje e Randy estará presente conosco eternamente. Amo sua música, sempre a ouço, mas infelizmente é assim que as coisas são”, declarou.

Uma das pessoas melhor indicadas para comentar a discografia solo de Ozzy Osbourne, Wylde não sabe destacar predileção a apenas um trabalho do patrão. “Para mim, ‘Black Rain’ é apenas um outro álbum. É como você olhar a discografia de grandes artistas como Led Zeppelin, Black Sabbath, Rolling Stones, Stone Temple Pilots, Guns’n Roses, The Allman Brothers Band, Elton John ou Lynyrd Skynyrd e bandas assim. Quando você se cansa de um álbum ou canções, você ainda pode escutar material novo ou mesmo pegar algum deles que não escuta há anos. Em minha opinião, artistas assim podem continuar a produzir material, desde que sempre façam músicas boas. Isso é o que importa. Obviamente ‘No More Tears’ é o campeão de vendas, mas gosto pinçar faixas de cada um dos discos. É como Ozzy sempre diz: gostei de fazer todos os álbuns, mas sempre me recordo se estava me divertindo ou não durante as gravações”, comenta.

Atualmente Zakk Wylde ainda integra o Black Label Society junto a Nick Catanese (guitarra), John DeServio (baixo) e Craig Nunenmacher (bateria) e seu mais recente álbum de inéditas é “Shot to Hell” (2006). O guitarrista também já liderou o grupo Pride & Glory nos anos 90 e deu sua contribuição à evolução da linguagem de rock pesado contemporâneo ao promover conexões entre o heavy metal e a música de raiz norte-americana, mais notadamente o country e o blues. “Pride & Glory era uma banda mais ligada a improvisos, como The Allman Brothers. O trabalho do Black Label é incisivamente mais focado nas canções”, avalia.

Ozzy Osbourne é uma das personalidades musicais mais lendárias da iconografia pop. Hoje o cantor passa por um período de grande visibilidade, mas já enfrentou uma espécie de montanha russa em vários momentos da carreira. Com o Black Sabbath, promoveu a evolução do hard blues sessentista fundando as diretrizes do heavy metal. O farto leque de referências musicais da banda criou escola, que até hoje gera novos pupilos das mais distintas vertentes: dos temas eruditos ao blues pesado, típico da banda de bar que o Sabbath foi originalmente. Lançou sete álbuns de estúdio com o grupo até 1976, quando saiu devido a turbulências na vida pessoal, mas retornou ao antigo posto em seguida para gravar “Never Say Die!” (1978) antes da saída definitiva em 1979. Em carreira solo, lançou dez discos de inéditas, desde o début com “Blizzard of Ozz” (1980).

O cantor teve uma vida regada por excessos, o que lhe ocasionou prisões e processos, sendo inclusive acusado de estimular o suicídio de jovens entre 1984 e 1986, devido à letra de “Suicide Solution”, composta em homenagem a seu amigo Bon Scott, ex-vocalista do AC/DC. No início dos anos 90, confessa publicamente ter abandonado seus vícios e, a partir daí, sua popularidade mantém-se estável. A antiga fama transgressora é definitivamente dissociada de sua imagem pública com a exibição do reality-show “The Osbournes” –exibido de 2002 a 2005–, no qual o lendário “comedor de morcegos” dá vez a sua impagável faceta bufona em família.

Ozzy Osbourne comemora 60 anos em dezembro deste ano, mas Zakk Wylde também relembra o perfil lúdico, quase infantil, do homem que chegou a ser considerado uma ameaça pública há algumas décadas. “Estávamos na estrada, o programa estava sendo exibido naquela época, e gostaria muito que eles tivessem registrado isso o que aconteceu. Tínhamos acabado de ser a atração principal de um festival para 60 mil pessoas, Ozzy foi visitar a banda e me falou sobre algo que queria fazer há bastante tempo. Enquanto não voltávamos para o quarto, gastamos cerca de US$ 1500 em cerveja e estávamos detonados, fora de nosso juízo perfeito. Mas todos se divertiam e a última coisa que lembro é de Ozzy falar sobre o que aconteceu com John Bonham –essas coisas. E ele fala que já fez coisas muito doidas na vida, mas nunca atirou um aparelho de tevê pela janela e tenta tirá-lo da sala de estar. Eram aproximadamente três da manhã, estávamos no 6º andar e peço que alguém se certifique de que não há ninguém lá embaixo. Em seguida, jogamos a tevê pela janela e, quando bateu no chão, os seguranças apareceram. Esse estrago nos custou uma grana: US$ 34 mil para Ozzy e US$ 10 mil para mim, além dos quase US$ 2.000 em cerveja. E, se você faz a soma, isso dá um total de US$ 46 mil de prejuízo, mas olhar para a cara de Ozzy naquele momento não tem preço (rindo)”, se diverte.


OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY NO BRASIL

RIO DE JANEIRO
Quando: 03/04
Onde: HSBC Arena – av. Embaixador Abelardo Bueno, s/nº, Barra da Tijuca
Quanto: de R$ 140 a R$ 180
Horário: a partir das 19h30 (abertura dos portões às 17h)
Ingressos: no site www.ticketmaster.com.br e pelos telefones 0/xx/21/6846-6000 e 0300 789 6846

SÃO PAULO
Quando: 05/04
Onde: Estádio Parque Antártica – r. Turiassu, 1840, Água Branca
Quanto: de R$ 140 a R$ 300
Horário: a partir das 19h30 (abertura dos portões às 16h30)
Ingressos: no site www.ticketmaster.com.br e pelos telefones 0/XX/11/6846-6000 e 0300 789 6846

PONTOS DE VENDA
- RIO DE JANEIRO:
Sem taxa de conveniência
- FNAC BarraShopping – av. das Américas, 4600
- Modern Sound – rua Barata Ribeiro, 502
- Saraiva Mega Store Norte Shopping – av. Dom Helder Camara, 5080
- Saraiva Mega Store Rio Sul – r. Lauro Miller, 116
- Posto Ipiranga CW332 – r. Real Grandeza, 332/336
- Posto Ipiranga Jockey Rio – av. Bartolomeu Mitre, 1361
- Posto Ipiranga Sol da Lagoa – av. Epitácio Pessoa, 3666

SÃO PAULO
- Citibank Hall – av. dos Jamaris, 213
- Teatro Abril – av. Brigadeiro Luis Antonio, 411
- FNAC Pinheiros – av. Pedroso de Moraes, 858
- FNAC Paulista – av. Paulista, 901 ou Alameda Santos, 960
- FNAC Morumbi – Morumbi Shopping
- FNAC Campinas – parque Dom Pedro Shopping – av. Projetada Leste, 500
- Saraiva Mega Store Shopping Center Iguatemi Campinas
- Saraiva Mega Store MorumbiShopping
- Saraiva Mega Store Shopping Eldorado
- Saraiva Mega Store Shopping Ibirapuera
- Saraiva Mega Store Shopping Center Norte
- Saraiva Mega Store Shopping Anália Franco
- Saraiva Mega Store Pátio Paulista
- Loja AM/PM Posto Ipiranga Gravatinha – av. Portugal, 1756
- Livraria Siciliano – r. Cardoso de Melo, 630
- Auditório do Ibirapuera – av. Pedro Álvares Cabral, s/nº