As melhores ondas do litoral paulista

6 10 2009

por Lucas Conejero

Dos pioneiros santistas da década de 60, passando pela evolução e profissionalização do esporte, pelo descobrimento do potencial do litoral norte, até os dias atuais, vimos ou escutamos as histórias e lendas dos picos, das grandes ondulações e dos grandes surfistas paulistas. Fato incontestável é a popularização do esporte nas localidades costeiras de São Paulo nos últimos anos, atletas reconhecidos internacionalmente, dezenas de escolas de surf espalhadas e os outsides para lá de crowdeados são os fatores que dão veracidade a minha informação. Onda boa não falta. De Peruíbe até Ubatuba podemos encontrar todos os tipos: fundo de areia e pedra – points e beachs breaks – ondas cavadas e tubulares, ondas gordas e manobráveis, lajes, arrebentações fáceis e difíceis, lugares exclusivos para os profissionais e brincadeiras divertidas para os iniciantes. Litoral Sul Peruíbe A primeira cidade do litoral sul paulista não oferece muitas condições para um surf de alta performance. Indicadas para iniciantes, amadores e longboarders as ondas que rolam na cidade são cheias e quase sempre sem força. O fator positivo fica por conta da longevidade das ondas, quando o mar acerta as paredes abrem até o raso. Do posto dos Salva vidas – lado direito da praia, parte sul da cidade – até a região central é uma praia só. Trecho longo, de areia dura e cinza. As ondas estão longe, mesmo com o mar pequeno você vai remar aproximadamente 70m para chegar lá fora, portanto prepare-se, a correnteza e as ondas não são fortes, mas o caminho é longo. Alguns picos escondidos, localizados na Região da “Juréia-Guaraú” tem ondas mais potentes e de melhor formação. De qualquer forma é bom ficar ligado, os locais estão sempre presentes em peso e não gostam de forasteiros, muito menos de jornalistas que divulgam seus segredos. Experiência própria. Ondulação: S/SE/L Tamanho máximo: 5 pés / 1,5m Tipos de ondas: Beach Breaks Melhor época: Outono/Inverno Itanhaém Nesta cidade você vai encontrar opções um pouco melhores. A parte central tem ondas bem parecidas com as de Peruíbe, nas outras praias, ondas mais fortes e cavadas, mas nada de calibre internacional. Na praia de Cibratel – longo trecho de areia que vem lá de Peruíbe – continuamos com ondas gordas e sem força. A praia do Sonho, outro point muito freqüentado pelos surfistas, tem ondas um pouco mais fortes e constantes. Existe um pequeno ilhote do lado esquerdo da praia que auxilia muito na formação das valas. Junto com o “Satélite” que tem ondas muito parecidas com o Sonho, as três praias formam o circuito do surf de Itanhaém. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 5 pés / 1,5m Tipos de ondas: Beach Breaks Melhor época: Outono/Inverno Mongaguá Última cidade antes da famosa baixada santista, Mongaguá é a primeira a oferecer ondas com calibre e perfeição. Assim como Peruíbe ela não tem divisão de praias, apenas um longo trecho de areia dura, uma “praia única”, que vai de norte a sul da cidade. Localizado na Avenida do Mar, o Píer de Mongaguá é a maior plataforma desse tipo na América Latina e a segunda maior do mundo. Ele entra 400m mar adentro e forma braços – em forma de T -de 200 metros para cada lado. Como é de conhecimento da comunidade surfística, quando um píer é colocado no outside, isso quer dizer que ele formará bancos de areia e consequentemente, ondas perfeitas. Portanto, a região do Píer é muito procurada e crowdeada durante o ano inteiro. Nos fins de semana e feriados prolongados, temporadas de verão e afins o crowd assusta. Tome cuidado com as pilastras e dê ênfase no respeito mútuo. Ondulação: S/SE Tamanho Máximo: 6 pés / 2m Tipos de ondas: Beach Break, com Píer Melhor época: Ano todo Baixada Santista Berço do surf paulista e brasileiro a região tem algumas opções interessantes, muito crowd e muita história. Suas ondas são realmente boas e o surf consagrou – e ainda consagra – muita gente por lá. As ondulações de sul, fortes e com bastante pressão são as melhores para os picos da baixada. As de leste fazem alguns points alternativos funcionarem. A verdade é que em Santos podemos surfar marolas força barra e ondulações oceânicas. Começamos pelo Canal 1. Canto direito da enorme praia de Santos: um pico com ondas cheias, de paredes manobráveis. A quantidade de cabeças nesse pico assusta, o crowd beira o insuportável. Localizado no Emissário Submarino fica o principal e mais constante pico da cidade, o “Quebra Mar”. Ele ajuda a alinhar as ondulações que vem do sul, formando boas direitas do lado esquerdo do Canal, junto às pedras. Apesar de serem cheias, quando estão com boa formação, as ondas são longas e permitem várias manobras. O surf continua até a madrugada, pois o local recebeu iluminação especialmente para permitir o treino de quem trabalha durante o dia. O Canal 2 e o Canal 6 funcionam bem quando as condições estão Storm nos picos mais expostos. No 6, dependendo da ondulação e da maré, podemos ver tubos de até 1metrão rolando. Quebra poucas vezes por ano. A praia de Itararé é outro pico constante e crowdeado, os longboarders comandam a cena, as ondas são cheias e perfeitas para eles. A “Porta do Sol” é o pico dos big riders santistas. Localizada entre a Ilha Porchat e a Praia Grande, na Barra de São Vicente, é protegida da maior parte dos ventos e tem correntes fortes, que podem dificultar o seu posicionamento lá fora. Um local para surfistas mais experientes e longboards. É um pico que quebra poucas vezes durante o ano – com swell de sudeste ou leste – e as ondas podem chegar a 12 pés. Alguns secrets podem ser explorados na cidade, cuidado com o localismo barra pesada que rola nos principais. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 12 pés / 4m Tipos de ondas: Beach Break, com Píers Melhor época: Ano todo Guarujá De norte a sul da cidade você encontra opções variadas: praias mais tranqüilas, praias escondidas, praias tumultuadas com shoppings e prédios. Praticamente todas elas com seus beach breaks de primeira linha, assim é a antiga e famosa, “Ilha de Santo Amaro do Guarujá”. Algumas ondas funcionam melhor com ondulação do quadrante leste, outras ficam perfeitas quando a ondulação é sul/sudeste, as lajes fazem à cabeça dos bodyboaders mais atirados e quando o mar sobe são vários os picos que seguram a pressão. Resumindo, no Guarujá dificilmente fica flat e qualquer balanço faz o mar descolar na hora. Do Guaiúba a Praia Branca as opções são mais de dez. Na praia do Tombo, o canto esquerdo (Bostrô) e a laje do canto direito são maquinas de fazer ondas. A famosa Pitangueiras e as séries pesadas do “Canto do Maluf” foram cenários de campeonatos históricos. A praia de Pernambuco e suas valas cavadas e a praia da Enseada onde os iniciantes podem se divertir a vontade, completam o circuito dos picos mais badalados. A praia de São Pedro e de Itaguaíba são points mais escondidos e na entrada do pico, a portaria de um condomínio fiscaliza a quantidade limitada de carros que podem visitar a praia ao mesmo tempo. Surfistas pioneiros, atletas renomados da nova e da antiga geração, mulheres e algumas crianças povoam o outside nos melhores dias. Um surf de alto nível pode ser visto e fotografado da areia em qualquer condição de mar e chega a ser impressionante a quantidade de bons surfistas na água. Dessa forma, alguns points não são aconselháveis para iniciantes. O crowd nos line ups mais famosos do Guarú é insuportável e chegar bem cedo ajuda, tanto para o crowd quanto para a intensidade e direção dos ventos, muito melhores e favoráveis de manhãzinha. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 10 pés / 3m Tipos de ondas: Beach Break, Point Break, Laje Melhor época: Ano todo Litoral Norte Bertioga Poucas opções, surf tranqüilo e divertido. Assim pode ser definida a região de Bertioga. As suas ondas são cheias e quebram muito longe da areia, os cantos das praias têm ondas mais cavadas e um pouco melhores. A praia do centro de Bertioga é um Beach Break de areia dura, com um grande intervalo entre o inside e o outside. A onda não é nada de mais. Faz a cabeça da molecadinha local e dos surfistas de primeira viagem. Na Riviera de São Lourenço temos duas boas ondas, uma em cada extremo da praia. Do lado direito, “o Itaguá”, um pequeno píer de pedras entra uns 100 metros mar adentro. Auxilia na formação das ondas que ficam excelentes quando o swell vem de leste. Do lado esquerdo, em São Lourenço, um canal limpo leva você até as direitas que vem em direção dele. Quando o mar está grande vira o único caminho viável até o outside. Itaguaré completa o circuito. Um canal limpo e aberto – exatamente o oposto de São Lourenço – leva você até as esquerdas que vem em sua direção. Quando as condições estão Storm, em Itaguaré, quase sempre dá pra passar a arrebentação. O destaque fica por conta da enorme fazenda localizada na praia, por ser particular o dono proibiu qualquer tipo de construção e não vendeu lotes de terrenos. Não existe nada entre o outside e o imenso paredão de pedras da Serra, a não ser a restinga nativa. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 6 pés / 2m Tipos de ondas: Beach Break Melhor época: maio – setembro São Sebastião No começo do litoral norte paulista – no meu ponto de vista e de muitos amigos – estão as melhores ondas de São Paulo. As opções giram na casa de uma dezena, todas de calibre. Excluindo a Boracéia, com suas ondas cheias, em todas as outras praias temos valas fortes e pra frente. Entre as menos conhecidas destacam-se a Juréia e a Barra do Una. Os dois picos não são extremamente constantes, mas quando o swell passa de 1m, eles funcionam bem. No canto esquerdo do Una, quando o mar está Storm, um córner na entrada do rio forma esquerdas de sonho. Por falar em mar Storm, quando as condições estão “over” nos picos tradicionais, na praia da Baleia, sempre está um pouco menor e a arrebentação de lá é bem menos pesada. Entre os picos famosos temos a mitológica Maresias, com seus tubos internacionais e suas sessões de Tow In históricas. Ao seu lado, também como protagonista aparece Camburi, seus bancos de areia, assim como os de Mareca, seguram ondulações de 10 pés sobrando. Ver essas ondas é assustador e fascinante. O crowd nesses picos é chato, o localismo existe e o respeito é assessório indispensável. Os caroços pesados de Paúba e os triângulos de Santiago não podem deixar de ser citados, são ondas que funcionam raramente, principalmente quando as condições nos outros picos estão fora de controle. A ondulação boa para a região é de sul/sudeste. O vento leste é o terral, quando a combinação desses dois fatores acontece o clima por aqui muda. O alto astral sempre presente é temperado pela energia liberada pelas ondas, as localidades respiram surf e a euforia na areia dura o dia todo. Isso tudo se dá na parte sul da cidade. Na parte norte, poucas ondas. A Ilhabela protege o continente da ondulação (S/SE). Nas ondulações de leste, a praia de Guaecá oferece alguma condição. Ondulação: S/SE Tamanho Máximo: 12 pés / 4m Tipos de ondas: Beach Break, Point Break Melhor época: Ano todo Ilhabela As opções de surf na Ilhabela ficam limitadas ao lado da ilha que fica exposto ao mar aberto. São duas, na verdade três, ou quatro, mas essas últimas duas você vai ter que batalhar sozinho para descobrir onde é. Castelhanos – a primeira opção – é um dos destinos preferidos dos surfistas que gostam de acampar de frente para o pico, no meio da Mata Atlântica. Onda boa, forte e cavada, a praia faz uma grande curva e dependendo da direção da ondulação tem onda boa na praia toda. Bonete – a segunda opção – a ondulação de sul vem varrendo a parede de pedra do canto direito da praia e dobra de tamanho quando atinge o banco de areia, tanto para cima, quanto para frente. Uma parede de pé e um tubo extremamente largo fazem a fama do pico. Uma característica interessante é que o Bonete segura ondulações de mais de 10 pés. Muitas vezes o mar está “storm” em outros lugares considerados famosos e o canto do Bonete funciona perfeito com tubos alucinantes. Mesmo com o mar grande, pela proximidade das ondas em relação a areia, não é difícil passar a arrebentação. Claro que em condições extremas essa informação não vale. A vala do canto funciona com ondas de 2 a 12 pés, portanto, qualquer balanço de sul oferece condições para um surf, divertido nos dias menores e de alta performance nos dias grandes. Outras valas funcionam nos 600 metros de extensão da praia e quanto mais para a esquerda menores as ondas. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 10 pés / 3,5m Tipos de ondas: Beach Break Melhor época: maio – novembro Caraguatatuba Por seu posicionamento geográfico, perpendicular a Serra do Mar, com a Ilhabela protegendo suas praias do mar aberto, Caraguatatuba tende a receber – apenas – ondulações do quadrante leste. São poucas as opções e não muito famosas. Isso não quer dizer que não dá onda boa na cidade. Talvez o pior defeito sejam os intermináveis dias de flat. O mar é muito pouco constante. Martim de Sá, Capricórnio e Massaguaçu são os picos mais conhecidos. Suas ondas são boas. Quebram próximas da areia e são curtas, mas as paredes são em pé, em muitas vezes rolam bons tubos. Não tem muito crowd na cidade, o surf é tranqüilo e quase sempre, pouco perigoso. A proximidade com Ubatuba e São Sebastião é atrativa. Em menos de uma hora – pela Rio-Santos – você chega no centro de Ubatuba. Se quiser ir ao litoral sul de São Sebastião, onde estão Maresias e Camburi, o caminho também é curto. Pouco mais de uma hora. Ondulação: L Tamanho Máximo: 6 pés / 2m Tipos de ondas: Beach Break Melhor época: julho – novembro Ubatuba Declarada oficialmente neste ano como, a “Capital do Surf Paulista”. Ubatuba figura imponente com suas ondas perfeitas e seus atletas renomados. Palco de campeonatos históricos e berço de grandes surfistas profissionais, a cidade tem ondas para todos os gostos. A parte sul recebe melhor as ondulações de leste, enquanto a parte norte fica exposta ao sul/sudeste/leste. Isso quer dizer que quase sempre tem uma valinha por ali. De Maranduba ao Prumirim, tem onda sobrando. Como foi dito acima, a parte sul da cidade recebe bem as ondulações de leste e nela se destacam a praia de Maranduba e a praia Dura. São duas ondas bem parecidas, quebram mais no fundo, são cheias lá fora e mais cavadas no inside, dependendo das condições são extremamente longas e manobráveis. Leve sempre em consideração que, se o swell marca 2m lá fora, nesses picos vai ter no máximo 1 metrinho. A parte central é uma máquina de fazer ondas: A praia das Toninhas, a Grande e a Vermelha do centro tem um posicionamento geográfico interessante. Formam uma imensa ferradura, separada por pequenos morros, isso quer dizer que qualquer direção de ondulação serve. Nas Toninhas a ondulação de leste pega firme, a onda é forte, mas não muito cavada, as maiores séries quebram do canto esquerdo, ao meio da praia. A praia Grande tem boas ondas no canto esquerdo, quando a ondulação está de sul. Quando o swell vem de leste, o canto direito da praia funciona melhor, dependendo da maré e do vento dá até uns tubos. A Vermelha do Centro é um paraíso para bodyboarders e surfistas atirados. Triângulos e tubos secos, ondas fortes, cavadas, de drop difícil, mas que valem muito a pena. Na parte Norte, Itamambuca, Felix e Vermelha do Norte dispensam maiores comentários. É só você abrir uma revista especializada em surf para ver dezenas de fotos dos picos citados. A primeira é a Vermelha do Norte, onda forte, pra frente, que vai bem com ondulação de leste, quando existe influência de sudeste temos uma valinha boa por ali. O sul passa por fora. Itamambuca é o pico. Valas espalhadas por toda a praia e gatas por toda areia. O clima do “flower power” chama atenção, a direita do canto do rio, também. O localismo é forte, as ondas são boas. Respeite os caras, o pico e faça seu surf. No Félix, em muitas vezes temos “condições havainas”, a onda é muito forte, e cavada ao extremo, dificulta a vida dos amadores. No canto esquerdo um triângulo forma uma onda impressionante, ela dobra de tamanho quando pega no back wash e roda um tubo largo. Isso tudo e mais um pouco é Ubatuba, A Capital ! Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 12 pés / 4m Tipos de ondas: Beach Break, Point Break, Lajes Melhor época: Ano todo





Ouça alguns Programas Flores de Lótus no nosso podcast

28 07 2009




O PODER DOS SONS

19 03 2009

Hellooo
Não basta fazer música, quem escolhe o caminho da arte precisa “trabalhar” com o coração, isto significa estudar, pesquisar e praticar a verdadeira harmonia…Á partir de hoje estarei postando artigos para que músicos possam estudar os sons e suas vibrações…Na minha opinião a verdadeira Arte só pode ser feita com a alma e com o respeito pelo caminho que ela percorre até poder ser admirada por outros, que a julgarão boa ou ruim. Um artista deve, antes de tudo “ouvir” seu coração!….

Boa leitura
Bjundas
Inté mais, Luz e Paz!

Portal 13 – O Portal da Música e da Arte
INOVE, seja DIFERENTE …esteja PRESENTE!

O PODER DOS SONS

” No princípio era o Verbo…”
Para que se possa compreender perfeitamente a razão de ser dos Hinos, Mantras, e Vocalizações (entoações de vogais) é mister que se tenha em mente que os sons são vibrações e como tais são capazes de desenvolver ações físicas. Um som não é apenas um fenômeno acústico, portanto ele é algo capaz de influenciar não apenas o órgão da audição, mas também produzir outras manifestações físicas. A física conhece perfeitamente o efeito da ressonância que pode se fazer presente em tudo, pois a estrutura da natureza é essencialmente vibratória.
Para que possamos sentir o que foi dito antes vamos tentar examinar uma pequena faixa de ondas, aquela em que se situam os fenômenos acústicos. Ninguém põe em duvidas as citações seguintes, por serem elas suficientemente reintegradas nos anais das ciências Clássicas, mesmo que algumas delas pareçam referências absurdas…..
Um som ritmado, como o marchar cadenciado de soldados, pode fazer desmoronar pontes, por isto quando tropas atravessam-nas geralmente o fazem em marcha desordenada, pois o marchar ritmado pode determinar uma sobrecarga vibratória por ressonância suficientemente forte para acarretar um rompimento físico da estrutura sólida. Isto foi o que certa vez ocorreu numa ponte em Amienes, na França. Por essa razão é que desde então um pelotão geralmente evita atravessar uma ponte marchando.
Os sons produzidos por aviões a jato acarretam problemas de diferentes naturezas. Sabe-se que a grande maioria dos ovos incubados próximos das rotas de aviões a jato não geram devido às vibrações produzidas pelo ruído das turbinas. Esse mesmo ruído é capaz de rebentar vidros e outros objetos frágeis. As naves aéreas quando ultrapassam a barreira do som originam ondas de choque que rebentam vidros e causam uma infinidade de outros inconvenientes. O grande tenor Caruzo era capaz de rebentar uma taça de cristal unicamente pela emissão vocal de certas notas musicais. Na França um edifício onde funciona um Instituto de Pesquisas Físicas de Ultra-sons, embora ninguém escutasse som algum, mesmo assim durante certas experiências físicas ali realizadas começou a apresentar rachaduras. Depois ficou comprovado que o problema tinha como causa as vibrações sonoras, mesmo em nível de ultra-sons.
Algumas construções históricas, entre elas o Coliseu de Roma, estão ameaçadas de desmoronamento em decorrência de vibrações de trânsito, especialmente as sonoras.
Os sons, além de um certo limite de decibéis, causam lesões no aparelho auditivo de gravidade variável, podendo chegar a um limite máximo de produzir surdez. Quaisquer barulhos podem ser prejudiciais aos ouvidos assim como determinar outras alterações orgânicas. Mesmo o buzinar de um veículo determina quebra acentuada na postura das aves, por isto hoje se evitam os aviários às margens das rodovias.
Por outro lado, as aves quando submetidas a uma música adequada apresentam uma postura mais prolongada. Também as vacas conforme a música e outros sons podem produzir maior quantidade de leite e isto de uma maneira tão evidente que certos produtores americanos e europeus estão utilizando musica ambiental nos estábulos.
Certas bactérias capazes de resistir ao calor ou ao frio intenso morrem rapidamente ao serem submetidas a certos níveis sonoros, por isto atualmente a esterilização de materiais muito sensíveis ao calor está sendo feito por meio de ultra-sons.
A medicina emprega sobejamente os sons como meio curativo. Comumente ela utiliza aparelhos de ultra-sons que geram sons de baixa freqüência, praticamente inaudíveis para o homem, mas que determina uma série imensa de ações sobre o organismo. Várias moléstias são suscetíveis de tratamento com tais aparelhos.
Além da ação física propriamente dita, os sons têm uma enorme capacidade de produzir efeitos mentais das mais diferentes naturezas. Assim é que há sons que irritam as pessoas, como por exemplo, o chiado de um grilo, uma goteira numa lata, o ranger de uma serra sobre um metal, giz em quadro negro, e uma infinidade de outros ruídos. Por outro lado há sons que acalmam e agradam, haja vista a música lenta e melódica. Mas, mesmo em se tratando de música há aquelas que estimulam certas condições psíquicas, como as músicas que despertam os sentimentos patrióticos, a coragem e a combatividade. Há músicas, como as sacras, que levam a alma a um estado místico profundo, como há as que estimulam o repouso, enquanto outras podem despertar tristezas e melancolias. Não restam dúvidas de que os sons têm poder de despertar estados psíquicos especiais. Portanto, vemos com estes exemplos, entre milhares de outros, que uma vibração sonora pode determinar condições as mais diversas sobre o campo onde ela se manifesta, e que os seres vivos são altamente sensíveis aos sons.
Vimos também que os sons podem acarretar alterações no organismo vivo, portanto é de interesse saber quais são as alterações possíveis, em que níveis e em que intensidade elas ocorrem. Certamente ninguém está em condição de afirmar isto com precisão, pois se trata de um campo altamente inexplorado pela ciência atual, mas, se é desconhecido para a ciência oficial, também o será para outras ciências? Será que não existem ciências que tenham conhecimentos do assunto em profundidade? Talvez sim, então não se deve negar que o homem por vias diferentes daquelas preconizadas pela ciência oficial pode haver descoberto uma série de coisas ainda não oficialmente aceitas. Isto tem acontecido a amiúde. Por exemplo, até bem pouco tempo a ciência oficial dizia não existir a “aura” dos seres vivos citada pelos sensitivos, até que isso foi evidenciado por meios técnicos. O campo bioplasmático, portanto, acabou sendo fotografado e a ciência teve que aceitar isso, mesmo que ela haja contradito isso no passado e denominado de fantasiosas aquelas pessoas que afirmavam ver um halo em torno do corpo das pessoas.
As descobertas podem ocorrer por via dedutiva e também por via indutiva. Assim os conhecimentos existentes na terra podem perfeitamente ter surgido por quaisquer dessas vias. Ninguém sabe quantas vezes a terra já foi palco para civilizações que atualmente estão sepultadas na névoa dos tempos e que cultivaram ramos das ciências especializados exatamente em usos incomuns dos sons.
Seja como for que o leitor encare essas informações, uma coisa, porém é certo, o som determinam modificações apreciáveis nos seres vivos, pois quando determinados sons são emitidos, certas células do organismo vibram e isto não é nada de espetacular, é uma lei normal de acústica que se cumpre.
No mundo há muitas coisas curiosas a respeito do poder dos sons. Por exemplo, no Templo de Shivapur da Índia, dizem existir uma pedra em frente à porta de entrada e que tem a peculiaridade de ao ser tocada com um dedo por onze pessoas pronunciando as palavras “QMAR ALI DEVIXE” a pedra se torna sem peso e flutua, embora ela pese 41 Kg. Ao ser pronunciada aquela frase com uma certa tonalidade a pedra é erguida sem qualquer esforço por parte das pessoas até uma altura de dois metros e em seguida ela cai após um segundo.
Infelizmente o homem tem utilizado muito pouco do poder dos sons, especialmente na área da saúde. Em algumas civilizações desaparecidas o poder dos sons foi a base de um sistema completo de cura, mas todos aqueles conhecimentos ficaram perdidos, ou melhor, foram destruídos em muitas ocasiões, especialmente no incêndio da Biblioteca de Alexandria.
Atualmente só um pouco resta da ciência hermética dos sons, apenas um mínimo voltou a ser redescoberta, especialmente pelos pitagóricos. Muitas pessoas podem duvidar de que os sons podem se constituir uma das principais artes de curar, mas queiram ou não queiram eles curam. Quando um médico utiliza um aparelho de ultra-sons para o tratamento de uma inflamação, para deter a formação de um abscesso, ou para a cura de um artritismo, ele simplesmente está emitindo e dirigindo uma onda sonora diretamente para o nível da lesão que pretende curar. Assim, se obtém efeitos especiais tais como o facilitar a circulação local pela dilatação dos vasos sangüíneos e algumas outras alterações que os sons são capazes de provocar e assim forçar o reequilíbrio na região afetada.
Se uma emissão sonora produzida por um aparelho pode curar uma enfermidade, perguntamos então a razão pela qual se deve duvidar de que os sons produzidos por instrumentos musicais, ou mesmo pelas cordas vocais, não possam fazer o mesmo.
O uso dos sons é uma arte perdida, houve povos na Antigüidade que curavam somente com os sons. Não somente as funções somáticas, como também a função psíquica era restabelecida pelas ondas sonoras adequadamente dirigidas.
Para cada função orgânica existem sons capazes de provocar alterações. Assim sendo, há sons que estimulam as funções renais, hepáticas (Hoje a ciência vem redescobrindo as possibilidades de cura oferecidas pelos sons assim é que redescobriu que os cálculos renais podem ser fragmentados com ultra-sons). Por outro lado há sons que provocam lesões e congruentemente, doenças. Há sons adequados para tudo no organismo, infelizmente isto foi esquecido em parte e hoje até mesmo chega-se a duvidar da eficácia do poder dos sons, embora eles realmente funcionem a maior parte dos resultados é decorrente do efeito de ressonância.
No tratamento das doenças, sem sombra de dúvidas, o poder dos sons muitas vezes é mais eficiente do que o próprio poder das drogas químicas. Os medicamentos químicos muito freqüentemente agem destruindo, enquanto os sons quando bem orientados podem com certa facilidade restabelecer a harmonia do organismo sem provocar-lhe danos e assim dispensa a ação tóxica de muitos remédios atuais. Se os sons são pouco utilizados no tratamento das pessoas isto decorre do conhecimento haver sido perdido há muitos séculos. Tudo o que restou foram uns poucos conhecimentos sob a guarda das Fraternidades Secretas. Restaram apenas fragmentos da arte completa, e ninguém tem certeza de que aquilo que algumas doutrinas ensinam atualmente sobre isso seja realmente algo benéfico, pois o poder invisível da “conjura” que tudo corrompe certamente não deixou passar em branco algo tão valioso como o uso dos sons. Por certo a “conjura” também provocou alterações nesse conhecimento sempre tendo em mente os fins maléficos a que sempre se propôs.
O pouco uso que hoje se dá à arte dos sons deve-se também ao fato do ser humano ser comodista demais por natureza, sendo assim ele acha mais fácil deglutir um comprimido, ou tomar uma injeção, do que passar algum tempo sob o efeito de ondas sonoras. O homem atual quer se curar num minuto, por isto ele não aceita coisas como os “mantras e as vocalizações como forma de tratamento. A vida moderna, infelizmente, exige velocidades, e a cura pelos sons muitas vezes é um tanto mais lenta do que aquela levada a efeito por sistemas místicos, mesmo que esta seja uma forma muito mais perfeita e harmônica. A emissão de sons durante vários minutos, várias vezes por dia, é para o homem moderno mais cansativo do que a deglutirão de uma pílula ou a ingestão de uma colherada de xarope, por isto ele muitas vezes dá preferência a esse tipo de tratamento”…..
Muitos julgam que a saúde depende de medicamentos químicos, quando na realidade ela depende do EQUILÍBRIO DA ENERGIA VITAL. O grande poder de curar que certas pessoas são dotadas reside no saber conservar a sua energia sutil mantendo-a suficientemente intacta para usá-la, entre outras coisas, no tratamento da saúde.
Os medicamentos químicos levam o organismo a um estado de aparente cura, pois é um sistema violentador, lesivo para o organismo, muitas vezes curando uma coisa na medida exata em que gera uma outra ainda pior, num processo de “cura substituta”, apenas. Há a substituição de uma manifestação mórbida por outra, às vezes menos incômoda, mas suficiente para tornar o paciente dependente perpétuo da medicação química.
Qual os medicamentos ingeridos por Buda, por Jesus e por tantos outros avatares? – Por ventura Jesus ficou doente algum dia? – Não, pois Ele era e é a própria saúde. Qual o segredo de muitos Ioguins que vivem um número de anos muito além da média considerada normal? – Qual a fonte de juventude de alguns místicos, de muitos Rosacruzes, por exemplo? – Qual o segredo de alguns Patriarcas Bíblicos que viveram séculos?…
Por José Laércio de Egito





Campeões brasileiros nas triagens do SuperSurf em São Sebastião

9 06 2008

 

Três campeões brasileiros estão nas triagens que vão abrir a terceira etapa do SuperSurf 2008 nessa quarta-feira na Praia de Maresias, em São Sebastião. O baiano Jojó de Olivença (campeão em 1988 e 92), o cabo-friense Victor Ribas (1997) e o alagoano Tânio Barreto (2001), disputarão com mais cinco surfistas as duas vagas que completam a lista de 48 participantes do formato de competição do WCT, que voltou a ser utilizado na Divisão Principal do Circuito Brasileiro de Surfe Profissional nesse ano.

 

ambém na quarta-feira, todos os 46 integrantes da elite nacional masculina e as 16 da feminina devem estrear na primeira fase, que é classificatória e não elimina ninguém. As disputas estão programadas para serem iniciadas às 8 horas na Praia de Maresias, a mais badalada do litoral norte de São Paulo. Victor Ribas e Tânio Barreto já participaram das triagens nas duas primeiras etapas do SuperSurf 2008, realizadas em Santa Catarina e em Pernambuco.

O alagoano fracassou nas duas e o surfista de Cabo Frio ganhou uma vaga só na Praia da Joaquina. Em Florianópolis, derrubou o cabeça-de-chave número 1 da temporada, o paulista Renato Galvão, sendo barrado só nas quartas-de-final por Jean da Silva, vice-campeão na final catarinense contra William Cardoso no primeiro desafio do ano em Santa Catarina. William garantiu a liderança do ranking quando se classificou para as semifinais da segunda etapa em Pernambuco, vencida pelo paraibano Jano Belo. Ele saiu da Praia do Cupe direto para uma viagem na Indonésia e lá acabou contundindo o tornozelo direito na volta de um aéreo.

Foi constatada uma pequena fratura no final do osso da tíbia que o deixará fora da água por um mínimo de seis semanas, ou seja, não vai poder competir em Maresias e certamente perderá a dianteira na corrida pelo título brasileiro de 2008. Seu principal concorrente agora é o paraibano Jano Belo, que assumiu a vice-liderança na final nordestina contra o baiano Wilson Nora na Praia do Cupe, em Ipojuca (PE). Jean da Silva é o terceiro colocado, mas ele, o paulista Hizunomê Bettero e o carioca Simão Romão, não vão disputar o SuperSurf de São Sebastião porque escolheram competir na etapa do Mundial WQS que está sendo realizada nessa mesma semana nas Ilhas Maldivas. O trio foi substituído pelo bicampeão brasileiro Fábio Gouveia, pelo pernambucano Sávio Carneiro e pelo paulista Diego Santos.





SuperSurf – Ranking

29 04 2008
  Masculino

Nome

  

UF

  

Etapa 1

  

Etapa 2

  

Etapa 3

  

Etapa 4

  

Etapa 5

  

Total

1 WILLIAM CARDOSO
SC
1000 Pts
2 JEAN DA SILVA
SC
860 Pts
3 FLÁVIO COSTA
BA
730 Pts
3 ODIRLEI COUTINHO
SP
730 Pts
5 ANDRÉ SILVA
SP
610 Pts
5 JANO BELO
PB
610 Pts
5 DANILO COSTA
RN
610 Pts
5 VICTOR RIBAS
RJ
610 Pts
9 BETO FERNANDES
SP
500 Pts
9 GUSTAVO FERNANDES
RJ
500 Pts
9 HIZUNOMÊ BETTERO
SP
500 Pts
9 RICARDO FERREIRA
SP
500 Pts
9 DIEGO ROSA
SC
500 Pts
9 LEANDRO BASTOS
RJ
500 Pts
9 PÉRICLES DIMITRI
PR
500 Pts
9 MÁRCIO FARNEY
CE
500 Pts
17 BRUNO GALINI
BA
17º
400 Pts
17 FABIO SILVA
CE
17º
400 Pts
17 ADAILTON MARIANO
CE
17º
400 Pts
17 SAULO JUNIOR
SP
17º
400 Pts
17 SIMÃO ROMÃO
RJ
17º
400 Pts
17 DAISON PEREIRA
RS
17º
400 Pts
17 LUCINHO LIMA
CE
17º
400 Pts
17 RENATO GALVÃO
SP
17º
400 Pts
17 MARCELO TREKINHO
RJ
17º
400 Pts
17 WILSON NORA
BA
17º
400 Pts
17 GUILHERME HERDY
RJ
17º
400 Pts
17 DAVID DE JESUS
SC
17º
400 Pts
17 WAGNER PUPO
SP
17º
400 Pts
17 MESSIAS FÉLIX
CE
17º
400 Pts
17 ANGELINO SANTOS
CE
17º
400 Pts
17 YURI SODRÉ
RJ
17º
400 Pts
33 FABRICIO MACHADO
SC
33º
320 Pts
33 MARCO POLO
SC
33◄
320 Pts
33 MICHEL GRATTZ
ES
33º
320 Pts
33 ROBSON GOBATO
RS
33º
320 Pts
33 GUGA ARRUDA
SC
33º
320 Pts
33 ITIM SILVA
CE
33º
320 Pts
33 PETERSON ROSA
PR
33º
320 Pts
33 GUILHERME SODRÉ
RJ
33º
320 Pts
33 FABRICIO JUNIOR
RN
33º
320 Pts
33 PEDRO NORBERTO
SC
33º
320 Pts
33 IGOR MORAIS
RJ
33º
320 Pts
33 BRUNO SANTOS
RJ
33º
320 Pts
33 PEDRO MULLER
RJ
33º
320 Pts
33 THIAGO BIANCHINI
SC
33º
320 Pts
33 PAULO MOURA
PE
33º
320 Pts
Feminino
  Nome UF Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Total
1 DIANA CRISTINA
PB
1000 Pts
2 TITA TAVARES
CE
860 Pts
3 ANDREA LOPES
RJ
730 Pts
3 KRISNA DE SOUZA
RN
730 Pts
5 SUELEN NARAISA
SP
610 Pts
5 BRUNA SCHMITZ
PR
610 Pts
5 JULIANA QUINT
SC
610 Pts
5 MONIK SANTOS
PE
610 Pts
9 JULIANA GUIMARÃES
SC
500 Pts
9 NATHALIE MARTINS
PR
500 Pts
9 GABRIELA TEIXEIRA
RJ
500 Pts
9 GABRIELA LEITE
SC
500 pts
9 BRIGITTE MAYER
RJ
500 Pts
9 TAIS DE ALMEIDA
RJ
500 Pts
9 LUANA COUTINHO
SP
500 Pts
9 CLAUDIA GONÇALVES
SP
500 Pts
17 SUELEN FERREIRA
SP
17º
400 Pts
17 VIVIANE MARIA
RN
17º
400 Pts




Inscrições para o SuperSurf terminam dia 2 de maio

29 04 2008

As inscrições para a segunda etapa do SuperSurf podem ser realizadas até o dia 02 de maio, sexta-feira. O maior campeonato de surf do Brasil será realizado nos dias 14 a 18 de maio na Praia do Cupe, Porto de Galinhas (PE).
Na etapa de abertura, realizada na Praia da Joaquina (SC), a paraibana Diana Cristina desbancou a tricampeã Tita Tavares e a final masculina foi decidida entre catarinenses, mas William Cardoso levou a melhor, vencendo seu amigo Jean da Silva. Os campeões largaram na frente no ranking com 1.000 pontos cada, além dos prêmios de 24 mil reais para William e 7 mil para Tininha.
A Praia do Cupe, que possui o melhor beach break de Porto de Galinhas, vai receber os melhores surfistas do Brasil para mais uma emocionante disputa em busca do título brasileiro profissional. A Volkswagen e a Nova Schin apresentam o SuperSurf 2008 que conta com os co-patrocínios da surfwear Nicoboco, Nescau, Gillette e Gol Linhas Aéreas.

Redação SuperSurf
Foto: Fabio Minduim





Gossmann detona Campbell e Powers Australiano tira compatriota e havaiano do WQS da Austrália

17 03 2008

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

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Soldiers Beach, Austrália

Gossmann elimina Michael Campbell e Roy Powers, este com a ajuda de Gavin Gillette O australiano Shaun Gossmann acabou com a festa do havaiano Roy Powers, integrante do WCT, e do também australiano Michael Campbell, que se retirou da elite mundial no ano passado, no WQS da Austrália, evento 4 estrelas que está sendo disputado em Soldiers Beach. Para cair com Powers no quinto round do campeonato, Gossmann contou com a ajuda de Gavin Gillette. Este foi o primeiro colocado da bateria, com 12,83 pontos, seguido pelo australiano, 9,80. O havaiano fez um pouco menos que o segundo colocado (9,77) e acabou eliminado. Já Campbell foi mais longe que Roy Powers. Ele só foi detonado nas quartas-de-final, disputada em baterias homem a homem. Contra Gossmann, o australiano pegou boas ondas, mas não conseguiu passar pelo compatriota. Por 13,30 contra 12,87 pontos, Campbell deu adeus ao WQS da Austrália. No round quatro, ainda com baterias de quatro homens, Campbell e Gossman se enfrentaram. Os dois avançaram ao round seguinte. No entanto, ali Gossman deu sinal de que poderia bater o compatriota. Ele fez surfou bem e somou 15,50 contra 12,47 pontos do ex-WCT.





WQS começa hoje em Soldiers Beach

10 03 2008
WQS 4* COMEÇA HOJE NA AUSTRÁLIA
O Arrive alive Central Coast Pro começa hoje (hora de Portugal) e decorre até ao próximo dia 16 de Março, em Soldiers Beach, na Austrália.Esta prova faz parte do calendário do circuito WQS (World Qualifying Series) masculino e feminino e está cotada com 4 estrelas.João Guedes e Miguel Ximenez vão competir neste evento. Os surfistas portugueses já conhecem alguns dos seus adversários. Guedes vai entrar em prova na 5ª bateria do round de 144 na qual defrontará os australianos Dane Durbin e Beau Atchison.

Já Miguel Ximenez entra na água na 17ª bateria do mesmo round e tem pela frente mais dois “aussies”: Wade Glasscock e Zane Harrison.

Esta prova oferece um prize-money total de 105 mil dólares sendo mais uma oportunidade para juntar pontos para o ranking do WQS com vista à qualificação para o World Tour de 2009.

O australiano Nick Muscroft e o havaiano Roy Powers (ambos surfistas do World Tour), Shaun Cansdell e o veterano Mick Campbell são alguns dos atletas que vão entrar neste evento.

O vencedor da prova na edição do ano passado foi o sul-africano Jordy Smith, que acabou por se sagrar campeão do circuito WQS alcançando a qualificação para o World Tour deste ano.

Na categoria feminina, estão confirmadas as presenças de surfistas de topo como Jacqueline Silva (Brasil), Karina Petroni (EUA) e as australianas Serena Brooke, Jesse Miley-Dyer, Amee Donohoe e Rebecca Woods. A estas junta-se a jovem sensação do momento, a campeã do mundo júnior e actual líder do WQS, Sally Fitzgibbons.

De salientar que dizemos que o campeonato começa hoje devido ao fuso horário diferente entre o nosso país e a Austrália. Quando forem hoje 20.30h em Portugal Continental serão 7.30h (normalmente a hora do check-in) de dia 11 de Março, em New South Wales, na Austrália.

Para acompanhares a prova: www.surftotal.com

www.surftotal.com





Diana Cristina vence o SuperSurf na Joaca

10 03 2008

   Foto

GLOBOESPORTE.COM SuperSurf

Diana Cristina vence a cearense Tita Tavares na final em Florianópolis

A paraibana Diana Cristina deu um show na final nordestina com a cearense tricampeã brasileira Tita Tavares na primeira etapa do SuperSurf 2008 que agitou a semana de boas ondas na Praia da Joaquina, em Florianópolis. A indiazinha Tininha tirou duas notas na casa dos 7 pontos para superar a recordista de vitórias em etapas da Divisão Principal do Circuito Brasileiro. O próximo desafio será nos dias 14 a 18 de maio na Praia do Cupe, em Ipojuca, sul de Pernambuco, com as outras três etapas da temporada marcadas para o litoral norte de São Paulo e Rio de Janeiro, que sediará a grande final na Barra da Tijuca.

Foi na Barra da Tijuca que Diana Cristina conquistou sua primeira vitória, competindo como convidada da última etapa do SuperSurf 2007. Ela agora faz parte da elite nacional, e garantiu os 100% de aproveitamento com uma apresentação fantástica contra a experiente Tita Tavares. Curiosamente, a indiazinha começou a surfar aos nove anos de idade na Baía da Traição, em 2000, mesmo ano em que a cearense faturou seu primeiro título brasileiro na primeira edição do SuperSurf. Os outros vieram em 2003 e 2007.

- Graças a Deus subiram duas ondas boas e consegui tirar duas notas acima de sete para faturar este título contra a Tita, que tem muita experiência. Ganhei lá no Rio participando como convidada e agora entrei no SuperSurf. Já comecei conquistando a vitória nessa primeira etapa, e espero que venham muitas ainda pela frente. Quero dedicar este título à minha família, que está toda torcendo por mim lá na Paraíba. Amanhã vou embarcar para lá para comemorar bastante com eles – vibrou Tininha, índia da Tribo Potiguara que mora na Baía da Traição.

Apesar do vice-campeonato, a recordista absoluta da história do SuperSurf com 12 vitórias em 18 finais disputadas, Tita Tavares, ficou feliz pelo resultado e elogiou a campeã Diana Cristina.

- A Tininha merece, foi ótimo ter duas nordestinas na final. Ela é uma menina que tem grande futuro pela frente, encontrou duas ondinhas abrindo e fez por merecer o título.

A baixinha cearense revelou que tem como grande objetivo igualar o tetracampeonato brasileiro da carioca Andréa Lopes neste ano.

- Estou na briga, e ainda terei quatro etapas para tentar cumprir essa meta. Só que a Tininha largou na frente, temos que ver se consigo dar o troco nas próximas.





WCT – Deu Perú no feminino em Gold Coast

10 03 2008

Peruana dá show e vence na Gold Coast

Sofia Mulanovich faz apresentação quase perfeita no WCT

Divulgação
GLOBOESPORTE.COM Gold Coast, Austrália
Peruana Sofia Mulanovich é campeã do WCT da Gold Coast, na Austrália

Campeã em 2004, a peruana Sofia Mulanovich abriu em grande estilo o Circuito Mundial. A surfista, que perdeu o caneco da temporada passada para Stephanie Gilmore, largou na frente ao vencer o Roxy Pro, etapa de abertura do calendário. Na decisão, vista até por um golfinho que passava por Snapper Rocks, na Gold Coast (AUS), ela tirou um 9,17 para derrotar a anfitriã Samantha Cornish. Neste sábado, o GLOBOESPORTE.COM transmite ao vivo o masculino!

Com a vitória, Sofia soma 1200 pontos no ranking mundial, e leva para casa US$ 12 mil (cerca de R$ 20 mil). Samantha ganha 972 pontos e US$ 7 mil (cerca de R$ 12 mil). A próxima etapa feminina começa no dia 19 de março, em Bells Beach, também na Austrália.

Na decisão, em ondas de 1,5m, a peruana foi a primeira a pegar uma onda, que lhe rendeu 5,83. Samantha não conseguia se encontrar, já Sofia logo achou uma boa direita a 11 minutos do fim: 8,17 para deixar a rival à procura de um 9,67 para virar. A australiana sabia que só uma onda excelente a serviria. E sua situação ficou ainda pior quando a líder da bateria trocou o 5,83 por um 9,17, somando 17,34 para assegurar a vitória por combinação.

Sofia tinha se classificado para a final ao derrotar a australiana Amee Donohoe, carrasco da catarinense Jacqueline Silva nas oitavas-de-final. A cearense Silvana Lima, outra representante brasileira na elite mundial, foi eliminada na mesma fase, pela peruana Julia de la Rosa.

Samantha foi às semis ao somar 16,90 pontos para despachar a grande sensação da competição, a havaiana Carissa Moore, de apenas 15 anos. Carissa deixou a Gold Coast com a melhor nota – um dez nas triagens – e maior soma: 17,57 nas quartas-de-final, contra a havaiana Melanie Bartels.

 Final:

Sofia Mulanovich PER 17,34 x 7,83 Samantha Cornish AUS

 Semifinais:

1. Samantha Cornish AUS 16,90 x 15,53 Carissa Moore HAV
2. Sofia Mulanovich PER 13,50 x 10,33 Amee Donohoe AUS

 Quartas-de-final:

1. Samantha Cornish AUS 15,60x 12,00 Layne Beachley AUS
2. Carissa Moore HAV 17,57 x 9,07 Melanie Bartels HAV
3. Sofia Mulanovich PER 13,13 x 7,10 Rebecca Woods AUS
4. Amee Donohoe AUS 10,73 x 10,33 Julia de la Rosa PER

 Oitavas-de-final

1. Samantha Cornish AUS 14,50 x 8,30 Nicola Atherton AUS
2. Layne Beachley AUS 12,67 x 11,66 Serena Brooke AUS
3. Melanie Bartels HAV 14,40 x 12,23 Megan Abubo HAV
4. Carissa Moore HAV 15,33 x 14,50 Stephanie Gilmore AUS
5. Sofia Mulanovich PER 15,50 x 12,16 Claire Bevilacqua AUS
6. Rebecca Woods AUS 11,50 X 9,83 Rosanne Hodge AFS
7. Amee Donohoe AUS 14,90 x 10,80 Jacqueline Silva BRA
8. Julia De La Rosa PER 12,33 x 8,73 Silvana Lima BRA