Som e Cores com pé na areia em Ilhabela

16 10 2009

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Transporte

Patrocinadores

A Festa será realizada no paradisíaco Restaurante Canto do Jabaquara, praia do Jabaquara – Ilhabela no dia 01/11 a partir das 22h, e contará com a presença de vários artistas e bandas,performances de pirofagias e artes circense, com toda infra-estrutura necessária p/ receber 1000 pessoas.

A decoração será feita com materiais reciclados e reutilizados pelo grupo RECICLA FLORES.

Teremos no local, 10 seguranças, 1 ambulatório médico com 2 enfermeiros e 1 auxiliar de enfermagem, 02 salva vidas além do apoio e da Polícia Militar.

Convites: 25,00 M /30,00 H /Casal 50,00.

Para transporte contaremos c/ 12 jipes, 02 escunas e 02 flex-boats; todos cadastrados, autorizados e credenciados. Todos esses meios de transporte custarão R$30,00 para aqueles que já possuem o convite em mãos e o convite dará prioridade na hora do embarque.

JIPES /FLEXBOATS terão suas saídas iniciadas no píer da vila à partir das 20h30, com intervalos intercalados de 20 minutos. A volta será 02h00 com intervalos de 30 minutos. Escunas terão saídas as 20h e 22h e retornarão às 03h30 e 05h00.

Let´s dance!
bjssssssss
Pat Poll





As melhores ondas do litoral paulista

6 10 2009

por Lucas Conejero

Dos pioneiros santistas da década de 60, passando pela evolução e profissionalização do esporte, pelo descobrimento do potencial do litoral norte, até os dias atuais, vimos ou escutamos as histórias e lendas dos picos, das grandes ondulações e dos grandes surfistas paulistas. Fato incontestável é a popularização do esporte nas localidades costeiras de São Paulo nos últimos anos, atletas reconhecidos internacionalmente, dezenas de escolas de surf espalhadas e os outsides para lá de crowdeados são os fatores que dão veracidade a minha informação. Onda boa não falta. De Peruíbe até Ubatuba podemos encontrar todos os tipos: fundo de areia e pedra – points e beachs breaks – ondas cavadas e tubulares, ondas gordas e manobráveis, lajes, arrebentações fáceis e difíceis, lugares exclusivos para os profissionais e brincadeiras divertidas para os iniciantes. Litoral Sul Peruíbe A primeira cidade do litoral sul paulista não oferece muitas condições para um surf de alta performance. Indicadas para iniciantes, amadores e longboarders as ondas que rolam na cidade são cheias e quase sempre sem força. O fator positivo fica por conta da longevidade das ondas, quando o mar acerta as paredes abrem até o raso. Do posto dos Salva vidas – lado direito da praia, parte sul da cidade – até a região central é uma praia só. Trecho longo, de areia dura e cinza. As ondas estão longe, mesmo com o mar pequeno você vai remar aproximadamente 70m para chegar lá fora, portanto prepare-se, a correnteza e as ondas não são fortes, mas o caminho é longo. Alguns picos escondidos, localizados na Região da “Juréia-Guaraú” tem ondas mais potentes e de melhor formação. De qualquer forma é bom ficar ligado, os locais estão sempre presentes em peso e não gostam de forasteiros, muito menos de jornalistas que divulgam seus segredos. Experiência própria. Ondulação: S/SE/L Tamanho máximo: 5 pés / 1,5m Tipos de ondas: Beach Breaks Melhor época: Outono/Inverno Itanhaém Nesta cidade você vai encontrar opções um pouco melhores. A parte central tem ondas bem parecidas com as de Peruíbe, nas outras praias, ondas mais fortes e cavadas, mas nada de calibre internacional. Na praia de Cibratel – longo trecho de areia que vem lá de Peruíbe – continuamos com ondas gordas e sem força. A praia do Sonho, outro point muito freqüentado pelos surfistas, tem ondas um pouco mais fortes e constantes. Existe um pequeno ilhote do lado esquerdo da praia que auxilia muito na formação das valas. Junto com o “Satélite” que tem ondas muito parecidas com o Sonho, as três praias formam o circuito do surf de Itanhaém. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 5 pés / 1,5m Tipos de ondas: Beach Breaks Melhor época: Outono/Inverno Mongaguá Última cidade antes da famosa baixada santista, Mongaguá é a primeira a oferecer ondas com calibre e perfeição. Assim como Peruíbe ela não tem divisão de praias, apenas um longo trecho de areia dura, uma “praia única”, que vai de norte a sul da cidade. Localizado na Avenida do Mar, o Píer de Mongaguá é a maior plataforma desse tipo na América Latina e a segunda maior do mundo. Ele entra 400m mar adentro e forma braços – em forma de T -de 200 metros para cada lado. Como é de conhecimento da comunidade surfística, quando um píer é colocado no outside, isso quer dizer que ele formará bancos de areia e consequentemente, ondas perfeitas. Portanto, a região do Píer é muito procurada e crowdeada durante o ano inteiro. Nos fins de semana e feriados prolongados, temporadas de verão e afins o crowd assusta. Tome cuidado com as pilastras e dê ênfase no respeito mútuo. Ondulação: S/SE Tamanho Máximo: 6 pés / 2m Tipos de ondas: Beach Break, com Píer Melhor época: Ano todo Baixada Santista Berço do surf paulista e brasileiro a região tem algumas opções interessantes, muito crowd e muita história. Suas ondas são realmente boas e o surf consagrou – e ainda consagra – muita gente por lá. As ondulações de sul, fortes e com bastante pressão são as melhores para os picos da baixada. As de leste fazem alguns points alternativos funcionarem. A verdade é que em Santos podemos surfar marolas força barra e ondulações oceânicas. Começamos pelo Canal 1. Canto direito da enorme praia de Santos: um pico com ondas cheias, de paredes manobráveis. A quantidade de cabeças nesse pico assusta, o crowd beira o insuportável. Localizado no Emissário Submarino fica o principal e mais constante pico da cidade, o “Quebra Mar”. Ele ajuda a alinhar as ondulações que vem do sul, formando boas direitas do lado esquerdo do Canal, junto às pedras. Apesar de serem cheias, quando estão com boa formação, as ondas são longas e permitem várias manobras. O surf continua até a madrugada, pois o local recebeu iluminação especialmente para permitir o treino de quem trabalha durante o dia. O Canal 2 e o Canal 6 funcionam bem quando as condições estão Storm nos picos mais expostos. No 6, dependendo da ondulação e da maré, podemos ver tubos de até 1metrão rolando. Quebra poucas vezes por ano. A praia de Itararé é outro pico constante e crowdeado, os longboarders comandam a cena, as ondas são cheias e perfeitas para eles. A “Porta do Sol” é o pico dos big riders santistas. Localizada entre a Ilha Porchat e a Praia Grande, na Barra de São Vicente, é protegida da maior parte dos ventos e tem correntes fortes, que podem dificultar o seu posicionamento lá fora. Um local para surfistas mais experientes e longboards. É um pico que quebra poucas vezes durante o ano – com swell de sudeste ou leste – e as ondas podem chegar a 12 pés. Alguns secrets podem ser explorados na cidade, cuidado com o localismo barra pesada que rola nos principais. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 12 pés / 4m Tipos de ondas: Beach Break, com Píers Melhor época: Ano todo Guarujá De norte a sul da cidade você encontra opções variadas: praias mais tranqüilas, praias escondidas, praias tumultuadas com shoppings e prédios. Praticamente todas elas com seus beach breaks de primeira linha, assim é a antiga e famosa, “Ilha de Santo Amaro do Guarujá”. Algumas ondas funcionam melhor com ondulação do quadrante leste, outras ficam perfeitas quando a ondulação é sul/sudeste, as lajes fazem à cabeça dos bodyboaders mais atirados e quando o mar sobe são vários os picos que seguram a pressão. Resumindo, no Guarujá dificilmente fica flat e qualquer balanço faz o mar descolar na hora. Do Guaiúba a Praia Branca as opções são mais de dez. Na praia do Tombo, o canto esquerdo (Bostrô) e a laje do canto direito são maquinas de fazer ondas. A famosa Pitangueiras e as séries pesadas do “Canto do Maluf” foram cenários de campeonatos históricos. A praia de Pernambuco e suas valas cavadas e a praia da Enseada onde os iniciantes podem se divertir a vontade, completam o circuito dos picos mais badalados. A praia de São Pedro e de Itaguaíba são points mais escondidos e na entrada do pico, a portaria de um condomínio fiscaliza a quantidade limitada de carros que podem visitar a praia ao mesmo tempo. Surfistas pioneiros, atletas renomados da nova e da antiga geração, mulheres e algumas crianças povoam o outside nos melhores dias. Um surf de alto nível pode ser visto e fotografado da areia em qualquer condição de mar e chega a ser impressionante a quantidade de bons surfistas na água. Dessa forma, alguns points não são aconselháveis para iniciantes. O crowd nos line ups mais famosos do Guarú é insuportável e chegar bem cedo ajuda, tanto para o crowd quanto para a intensidade e direção dos ventos, muito melhores e favoráveis de manhãzinha. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 10 pés / 3m Tipos de ondas: Beach Break, Point Break, Laje Melhor época: Ano todo Litoral Norte Bertioga Poucas opções, surf tranqüilo e divertido. Assim pode ser definida a região de Bertioga. As suas ondas são cheias e quebram muito longe da areia, os cantos das praias têm ondas mais cavadas e um pouco melhores. A praia do centro de Bertioga é um Beach Break de areia dura, com um grande intervalo entre o inside e o outside. A onda não é nada de mais. Faz a cabeça da molecadinha local e dos surfistas de primeira viagem. Na Riviera de São Lourenço temos duas boas ondas, uma em cada extremo da praia. Do lado direito, “o Itaguá”, um pequeno píer de pedras entra uns 100 metros mar adentro. Auxilia na formação das ondas que ficam excelentes quando o swell vem de leste. Do lado esquerdo, em São Lourenço, um canal limpo leva você até as direitas que vem em direção dele. Quando o mar está grande vira o único caminho viável até o outside. Itaguaré completa o circuito. Um canal limpo e aberto – exatamente o oposto de São Lourenço – leva você até as esquerdas que vem em sua direção. Quando as condições estão Storm, em Itaguaré, quase sempre dá pra passar a arrebentação. O destaque fica por conta da enorme fazenda localizada na praia, por ser particular o dono proibiu qualquer tipo de construção e não vendeu lotes de terrenos. Não existe nada entre o outside e o imenso paredão de pedras da Serra, a não ser a restinga nativa. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 6 pés / 2m Tipos de ondas: Beach Break Melhor época: maio – setembro São Sebastião No começo do litoral norte paulista – no meu ponto de vista e de muitos amigos – estão as melhores ondas de São Paulo. As opções giram na casa de uma dezena, todas de calibre. Excluindo a Boracéia, com suas ondas cheias, em todas as outras praias temos valas fortes e pra frente. Entre as menos conhecidas destacam-se a Juréia e a Barra do Una. Os dois picos não são extremamente constantes, mas quando o swell passa de 1m, eles funcionam bem. No canto esquerdo do Una, quando o mar está Storm, um córner na entrada do rio forma esquerdas de sonho. Por falar em mar Storm, quando as condições estão “over” nos picos tradicionais, na praia da Baleia, sempre está um pouco menor e a arrebentação de lá é bem menos pesada. Entre os picos famosos temos a mitológica Maresias, com seus tubos internacionais e suas sessões de Tow In históricas. Ao seu lado, também como protagonista aparece Camburi, seus bancos de areia, assim como os de Mareca, seguram ondulações de 10 pés sobrando. Ver essas ondas é assustador e fascinante. O crowd nesses picos é chato, o localismo existe e o respeito é assessório indispensável. Os caroços pesados de Paúba e os triângulos de Santiago não podem deixar de ser citados, são ondas que funcionam raramente, principalmente quando as condições nos outros picos estão fora de controle. A ondulação boa para a região é de sul/sudeste. O vento leste é o terral, quando a combinação desses dois fatores acontece o clima por aqui muda. O alto astral sempre presente é temperado pela energia liberada pelas ondas, as localidades respiram surf e a euforia na areia dura o dia todo. Isso tudo se dá na parte sul da cidade. Na parte norte, poucas ondas. A Ilhabela protege o continente da ondulação (S/SE). Nas ondulações de leste, a praia de Guaecá oferece alguma condição. Ondulação: S/SE Tamanho Máximo: 12 pés / 4m Tipos de ondas: Beach Break, Point Break Melhor época: Ano todo Ilhabela As opções de surf na Ilhabela ficam limitadas ao lado da ilha que fica exposto ao mar aberto. São duas, na verdade três, ou quatro, mas essas últimas duas você vai ter que batalhar sozinho para descobrir onde é. Castelhanos – a primeira opção – é um dos destinos preferidos dos surfistas que gostam de acampar de frente para o pico, no meio da Mata Atlântica. Onda boa, forte e cavada, a praia faz uma grande curva e dependendo da direção da ondulação tem onda boa na praia toda. Bonete – a segunda opção – a ondulação de sul vem varrendo a parede de pedra do canto direito da praia e dobra de tamanho quando atinge o banco de areia, tanto para cima, quanto para frente. Uma parede de pé e um tubo extremamente largo fazem a fama do pico. Uma característica interessante é que o Bonete segura ondulações de mais de 10 pés. Muitas vezes o mar está “storm” em outros lugares considerados famosos e o canto do Bonete funciona perfeito com tubos alucinantes. Mesmo com o mar grande, pela proximidade das ondas em relação a areia, não é difícil passar a arrebentação. Claro que em condições extremas essa informação não vale. A vala do canto funciona com ondas de 2 a 12 pés, portanto, qualquer balanço de sul oferece condições para um surf, divertido nos dias menores e de alta performance nos dias grandes. Outras valas funcionam nos 600 metros de extensão da praia e quanto mais para a esquerda menores as ondas. Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 10 pés / 3,5m Tipos de ondas: Beach Break Melhor época: maio – novembro Caraguatatuba Por seu posicionamento geográfico, perpendicular a Serra do Mar, com a Ilhabela protegendo suas praias do mar aberto, Caraguatatuba tende a receber – apenas – ondulações do quadrante leste. São poucas as opções e não muito famosas. Isso não quer dizer que não dá onda boa na cidade. Talvez o pior defeito sejam os intermináveis dias de flat. O mar é muito pouco constante. Martim de Sá, Capricórnio e Massaguaçu são os picos mais conhecidos. Suas ondas são boas. Quebram próximas da areia e são curtas, mas as paredes são em pé, em muitas vezes rolam bons tubos. Não tem muito crowd na cidade, o surf é tranqüilo e quase sempre, pouco perigoso. A proximidade com Ubatuba e São Sebastião é atrativa. Em menos de uma hora – pela Rio-Santos – você chega no centro de Ubatuba. Se quiser ir ao litoral sul de São Sebastião, onde estão Maresias e Camburi, o caminho também é curto. Pouco mais de uma hora. Ondulação: L Tamanho Máximo: 6 pés / 2m Tipos de ondas: Beach Break Melhor época: julho – novembro Ubatuba Declarada oficialmente neste ano como, a “Capital do Surf Paulista”. Ubatuba figura imponente com suas ondas perfeitas e seus atletas renomados. Palco de campeonatos históricos e berço de grandes surfistas profissionais, a cidade tem ondas para todos os gostos. A parte sul recebe melhor as ondulações de leste, enquanto a parte norte fica exposta ao sul/sudeste/leste. Isso quer dizer que quase sempre tem uma valinha por ali. De Maranduba ao Prumirim, tem onda sobrando. Como foi dito acima, a parte sul da cidade recebe bem as ondulações de leste e nela se destacam a praia de Maranduba e a praia Dura. São duas ondas bem parecidas, quebram mais no fundo, são cheias lá fora e mais cavadas no inside, dependendo das condições são extremamente longas e manobráveis. Leve sempre em consideração que, se o swell marca 2m lá fora, nesses picos vai ter no máximo 1 metrinho. A parte central é uma máquina de fazer ondas: A praia das Toninhas, a Grande e a Vermelha do centro tem um posicionamento geográfico interessante. Formam uma imensa ferradura, separada por pequenos morros, isso quer dizer que qualquer direção de ondulação serve. Nas Toninhas a ondulação de leste pega firme, a onda é forte, mas não muito cavada, as maiores séries quebram do canto esquerdo, ao meio da praia. A praia Grande tem boas ondas no canto esquerdo, quando a ondulação está de sul. Quando o swell vem de leste, o canto direito da praia funciona melhor, dependendo da maré e do vento dá até uns tubos. A Vermelha do Centro é um paraíso para bodyboarders e surfistas atirados. Triângulos e tubos secos, ondas fortes, cavadas, de drop difícil, mas que valem muito a pena. Na parte Norte, Itamambuca, Felix e Vermelha do Norte dispensam maiores comentários. É só você abrir uma revista especializada em surf para ver dezenas de fotos dos picos citados. A primeira é a Vermelha do Norte, onda forte, pra frente, que vai bem com ondulação de leste, quando existe influência de sudeste temos uma valinha boa por ali. O sul passa por fora. Itamambuca é o pico. Valas espalhadas por toda a praia e gatas por toda areia. O clima do “flower power” chama atenção, a direita do canto do rio, também. O localismo é forte, as ondas são boas. Respeite os caras, o pico e faça seu surf. No Félix, em muitas vezes temos “condições havainas”, a onda é muito forte, e cavada ao extremo, dificulta a vida dos amadores. No canto esquerdo um triângulo forma uma onda impressionante, ela dobra de tamanho quando pega no back wash e roda um tubo largo. Isso tudo e mais um pouco é Ubatuba, A Capital ! Ondulação: S/SE/L Tamanho Máximo: 12 pés / 4m Tipos de ondas: Beach Break, Point Break, Lajes Melhor época: Ano todo





Ouça alguns Programas Flores de Lótus no nosso podcast

28 07 2009




O PODER DOS SONS

19 03 2009

Hellooo
Não basta fazer música, quem escolhe o caminho da arte precisa “trabalhar” com o coração, isto significa estudar, pesquisar e praticar a verdadeira harmonia…Á partir de hoje estarei postando artigos para que músicos possam estudar os sons e suas vibrações…Na minha opinião a verdadeira Arte só pode ser feita com a alma e com o respeito pelo caminho que ela percorre até poder ser admirada por outros, que a julgarão boa ou ruim. Um artista deve, antes de tudo “ouvir” seu coração!….

Boa leitura
Bjundas
Inté mais, Luz e Paz!

Portal 13 – O Portal da Música e da Arte
INOVE, seja DIFERENTE …esteja PRESENTE!

O PODER DOS SONS

” No princípio era o Verbo…”
Para que se possa compreender perfeitamente a razão de ser dos Hinos, Mantras, e Vocalizações (entoações de vogais) é mister que se tenha em mente que os sons são vibrações e como tais são capazes de desenvolver ações físicas. Um som não é apenas um fenômeno acústico, portanto ele é algo capaz de influenciar não apenas o órgão da audição, mas também produzir outras manifestações físicas. A física conhece perfeitamente o efeito da ressonância que pode se fazer presente em tudo, pois a estrutura da natureza é essencialmente vibratória.
Para que possamos sentir o que foi dito antes vamos tentar examinar uma pequena faixa de ondas, aquela em que se situam os fenômenos acústicos. Ninguém põe em duvidas as citações seguintes, por serem elas suficientemente reintegradas nos anais das ciências Clássicas, mesmo que algumas delas pareçam referências absurdas…..
Um som ritmado, como o marchar cadenciado de soldados, pode fazer desmoronar pontes, por isto quando tropas atravessam-nas geralmente o fazem em marcha desordenada, pois o marchar ritmado pode determinar uma sobrecarga vibratória por ressonância suficientemente forte para acarretar um rompimento físico da estrutura sólida. Isto foi o que certa vez ocorreu numa ponte em Amienes, na França. Por essa razão é que desde então um pelotão geralmente evita atravessar uma ponte marchando.
Os sons produzidos por aviões a jato acarretam problemas de diferentes naturezas. Sabe-se que a grande maioria dos ovos incubados próximos das rotas de aviões a jato não geram devido às vibrações produzidas pelo ruído das turbinas. Esse mesmo ruído é capaz de rebentar vidros e outros objetos frágeis. As naves aéreas quando ultrapassam a barreira do som originam ondas de choque que rebentam vidros e causam uma infinidade de outros inconvenientes. O grande tenor Caruzo era capaz de rebentar uma taça de cristal unicamente pela emissão vocal de certas notas musicais. Na França um edifício onde funciona um Instituto de Pesquisas Físicas de Ultra-sons, embora ninguém escutasse som algum, mesmo assim durante certas experiências físicas ali realizadas começou a apresentar rachaduras. Depois ficou comprovado que o problema tinha como causa as vibrações sonoras, mesmo em nível de ultra-sons.
Algumas construções históricas, entre elas o Coliseu de Roma, estão ameaçadas de desmoronamento em decorrência de vibrações de trânsito, especialmente as sonoras.
Os sons, além de um certo limite de decibéis, causam lesões no aparelho auditivo de gravidade variável, podendo chegar a um limite máximo de produzir surdez. Quaisquer barulhos podem ser prejudiciais aos ouvidos assim como determinar outras alterações orgânicas. Mesmo o buzinar de um veículo determina quebra acentuada na postura das aves, por isto hoje se evitam os aviários às margens das rodovias.
Por outro lado, as aves quando submetidas a uma música adequada apresentam uma postura mais prolongada. Também as vacas conforme a música e outros sons podem produzir maior quantidade de leite e isto de uma maneira tão evidente que certos produtores americanos e europeus estão utilizando musica ambiental nos estábulos.
Certas bactérias capazes de resistir ao calor ou ao frio intenso morrem rapidamente ao serem submetidas a certos níveis sonoros, por isto atualmente a esterilização de materiais muito sensíveis ao calor está sendo feito por meio de ultra-sons.
A medicina emprega sobejamente os sons como meio curativo. Comumente ela utiliza aparelhos de ultra-sons que geram sons de baixa freqüência, praticamente inaudíveis para o homem, mas que determina uma série imensa de ações sobre o organismo. Várias moléstias são suscetíveis de tratamento com tais aparelhos.
Além da ação física propriamente dita, os sons têm uma enorme capacidade de produzir efeitos mentais das mais diferentes naturezas. Assim é que há sons que irritam as pessoas, como por exemplo, o chiado de um grilo, uma goteira numa lata, o ranger de uma serra sobre um metal, giz em quadro negro, e uma infinidade de outros ruídos. Por outro lado há sons que acalmam e agradam, haja vista a música lenta e melódica. Mas, mesmo em se tratando de música há aquelas que estimulam certas condições psíquicas, como as músicas que despertam os sentimentos patrióticos, a coragem e a combatividade. Há músicas, como as sacras, que levam a alma a um estado místico profundo, como há as que estimulam o repouso, enquanto outras podem despertar tristezas e melancolias. Não restam dúvidas de que os sons têm poder de despertar estados psíquicos especiais. Portanto, vemos com estes exemplos, entre milhares de outros, que uma vibração sonora pode determinar condições as mais diversas sobre o campo onde ela se manifesta, e que os seres vivos são altamente sensíveis aos sons.
Vimos também que os sons podem acarretar alterações no organismo vivo, portanto é de interesse saber quais são as alterações possíveis, em que níveis e em que intensidade elas ocorrem. Certamente ninguém está em condição de afirmar isto com precisão, pois se trata de um campo altamente inexplorado pela ciência atual, mas, se é desconhecido para a ciência oficial, também o será para outras ciências? Será que não existem ciências que tenham conhecimentos do assunto em profundidade? Talvez sim, então não se deve negar que o homem por vias diferentes daquelas preconizadas pela ciência oficial pode haver descoberto uma série de coisas ainda não oficialmente aceitas. Isto tem acontecido a amiúde. Por exemplo, até bem pouco tempo a ciência oficial dizia não existir a “aura” dos seres vivos citada pelos sensitivos, até que isso foi evidenciado por meios técnicos. O campo bioplasmático, portanto, acabou sendo fotografado e a ciência teve que aceitar isso, mesmo que ela haja contradito isso no passado e denominado de fantasiosas aquelas pessoas que afirmavam ver um halo em torno do corpo das pessoas.
As descobertas podem ocorrer por via dedutiva e também por via indutiva. Assim os conhecimentos existentes na terra podem perfeitamente ter surgido por quaisquer dessas vias. Ninguém sabe quantas vezes a terra já foi palco para civilizações que atualmente estão sepultadas na névoa dos tempos e que cultivaram ramos das ciências especializados exatamente em usos incomuns dos sons.
Seja como for que o leitor encare essas informações, uma coisa, porém é certo, o som determinam modificações apreciáveis nos seres vivos, pois quando determinados sons são emitidos, certas células do organismo vibram e isto não é nada de espetacular, é uma lei normal de acústica que se cumpre.
No mundo há muitas coisas curiosas a respeito do poder dos sons. Por exemplo, no Templo de Shivapur da Índia, dizem existir uma pedra em frente à porta de entrada e que tem a peculiaridade de ao ser tocada com um dedo por onze pessoas pronunciando as palavras “QMAR ALI DEVIXE” a pedra se torna sem peso e flutua, embora ela pese 41 Kg. Ao ser pronunciada aquela frase com uma certa tonalidade a pedra é erguida sem qualquer esforço por parte das pessoas até uma altura de dois metros e em seguida ela cai após um segundo.
Infelizmente o homem tem utilizado muito pouco do poder dos sons, especialmente na área da saúde. Em algumas civilizações desaparecidas o poder dos sons foi a base de um sistema completo de cura, mas todos aqueles conhecimentos ficaram perdidos, ou melhor, foram destruídos em muitas ocasiões, especialmente no incêndio da Biblioteca de Alexandria.
Atualmente só um pouco resta da ciência hermética dos sons, apenas um mínimo voltou a ser redescoberta, especialmente pelos pitagóricos. Muitas pessoas podem duvidar de que os sons podem se constituir uma das principais artes de curar, mas queiram ou não queiram eles curam. Quando um médico utiliza um aparelho de ultra-sons para o tratamento de uma inflamação, para deter a formação de um abscesso, ou para a cura de um artritismo, ele simplesmente está emitindo e dirigindo uma onda sonora diretamente para o nível da lesão que pretende curar. Assim, se obtém efeitos especiais tais como o facilitar a circulação local pela dilatação dos vasos sangüíneos e algumas outras alterações que os sons são capazes de provocar e assim forçar o reequilíbrio na região afetada.
Se uma emissão sonora produzida por um aparelho pode curar uma enfermidade, perguntamos então a razão pela qual se deve duvidar de que os sons produzidos por instrumentos musicais, ou mesmo pelas cordas vocais, não possam fazer o mesmo.
O uso dos sons é uma arte perdida, houve povos na Antigüidade que curavam somente com os sons. Não somente as funções somáticas, como também a função psíquica era restabelecida pelas ondas sonoras adequadamente dirigidas.
Para cada função orgânica existem sons capazes de provocar alterações. Assim sendo, há sons que estimulam as funções renais, hepáticas (Hoje a ciência vem redescobrindo as possibilidades de cura oferecidas pelos sons assim é que redescobriu que os cálculos renais podem ser fragmentados com ultra-sons). Por outro lado há sons que provocam lesões e congruentemente, doenças. Há sons adequados para tudo no organismo, infelizmente isto foi esquecido em parte e hoje até mesmo chega-se a duvidar da eficácia do poder dos sons, embora eles realmente funcionem a maior parte dos resultados é decorrente do efeito de ressonância.
No tratamento das doenças, sem sombra de dúvidas, o poder dos sons muitas vezes é mais eficiente do que o próprio poder das drogas químicas. Os medicamentos químicos muito freqüentemente agem destruindo, enquanto os sons quando bem orientados podem com certa facilidade restabelecer a harmonia do organismo sem provocar-lhe danos e assim dispensa a ação tóxica de muitos remédios atuais. Se os sons são pouco utilizados no tratamento das pessoas isto decorre do conhecimento haver sido perdido há muitos séculos. Tudo o que restou foram uns poucos conhecimentos sob a guarda das Fraternidades Secretas. Restaram apenas fragmentos da arte completa, e ninguém tem certeza de que aquilo que algumas doutrinas ensinam atualmente sobre isso seja realmente algo benéfico, pois o poder invisível da “conjura” que tudo corrompe certamente não deixou passar em branco algo tão valioso como o uso dos sons. Por certo a “conjura” também provocou alterações nesse conhecimento sempre tendo em mente os fins maléficos a que sempre se propôs.
O pouco uso que hoje se dá à arte dos sons deve-se também ao fato do ser humano ser comodista demais por natureza, sendo assim ele acha mais fácil deglutir um comprimido, ou tomar uma injeção, do que passar algum tempo sob o efeito de ondas sonoras. O homem atual quer se curar num minuto, por isto ele não aceita coisas como os “mantras e as vocalizações como forma de tratamento. A vida moderna, infelizmente, exige velocidades, e a cura pelos sons muitas vezes é um tanto mais lenta do que aquela levada a efeito por sistemas místicos, mesmo que esta seja uma forma muito mais perfeita e harmônica. A emissão de sons durante vários minutos, várias vezes por dia, é para o homem moderno mais cansativo do que a deglutirão de uma pílula ou a ingestão de uma colherada de xarope, por isto ele muitas vezes dá preferência a esse tipo de tratamento”…..
Muitos julgam que a saúde depende de medicamentos químicos, quando na realidade ela depende do EQUILÍBRIO DA ENERGIA VITAL. O grande poder de curar que certas pessoas são dotadas reside no saber conservar a sua energia sutil mantendo-a suficientemente intacta para usá-la, entre outras coisas, no tratamento da saúde.
Os medicamentos químicos levam o organismo a um estado de aparente cura, pois é um sistema violentador, lesivo para o organismo, muitas vezes curando uma coisa na medida exata em que gera uma outra ainda pior, num processo de “cura substituta”, apenas. Há a substituição de uma manifestação mórbida por outra, às vezes menos incômoda, mas suficiente para tornar o paciente dependente perpétuo da medicação química.
Qual os medicamentos ingeridos por Buda, por Jesus e por tantos outros avatares? – Por ventura Jesus ficou doente algum dia? – Não, pois Ele era e é a própria saúde. Qual o segredo de muitos Ioguins que vivem um número de anos muito além da média considerada normal? – Qual a fonte de juventude de alguns místicos, de muitos Rosacruzes, por exemplo? – Qual o segredo de alguns Patriarcas Bíblicos que viveram séculos?…
Por José Laércio de Egito





Pronto tocar no Brasil, Chuck Berry diz que o clássico não envelhece

9 06 2008

Chuck Berry tocará no Brasil com seus dois filhos

09 de Junho de 2008

O lendário Chuck Berry se mostra preparado e seguro para os seus quatro shows marcados para acontecer neste mês, no Brasil.

Com 81 anos, o roqueiro prepara um show de hits. “Vamos dar o que as pessoas querem ouvir”, afirmou ele, à Reuters. “O clássico nunca fica velho”, completa Chuck.

O músico vai se apresentar no Rio de Janeiro no próximo dia 17, em São Paulo no dia 18, em Curitiba no dia 20 e encerrará a turnê pelo país em Porto Alegre, no dia 21. Em todas as apresentações o roqueiro estará acompanhado de seu filho, Chuck Berry Jr., na guitarra e de sua filha, Ingrid Berry Clay, que irá cantar e tocar gaita.

Da redação, por Raquel Camargo





Aos prezados amigos e parceiros. PARTICIPEM! PRESTIGIEM ! DIVULGUEM !

30 05 2008
 
PALESTRAS GRATUITAS SOBRE O: PROJETO BIOREDES – DISQUE OLEO VEGETAL
 
DIA: 31/05/2008 – SÁBADO - Horario: de 10:00 às 18:00 hrs
Local: Sede Movimento Enraizados – Núcleo de Mulheres - Projeto Donas da Arte
Rua Thomaz Fonseca, 508 – Comendador Soares (Morro Agudo) – Nova Iguaçu – RJ

Tels: (21)3064-4517 ou (21)2768-2207 – Entrada Franca

Quantas poetisas, cantoras, estilistas, pintoras, atrizes temos na Baixada Fluminense?  Mas onde elas estão? Onde estão essas nossas artistas?

 
DIAS: 02, 03 E 04/ Junho - 2a à 4a - Feira do Meio Ambiente – Patrocínio – Ministerio da Fazenda
Horario: de 14:00 às 18:00 hrs (palestras e apresentações alternadas até 18:00) – na Feira de Reciclagem - Apoio da Associação dos Funcionários do MF
Local: Salão Térreo do Ministério da Fazenda - Entrada Franca
 
Convidamos a todos para comparecerem e ou prestigiarem as palestras no Rio de Janeiro sobre formação de rede popular e totalmente auto sustentável de coleta e aproveitamento total de oleo de fritura (OVU).
 
ATUALMENTE A DISQUE OLEO JA COLHE MAIS DE 110 MIL LITROS MENSAIS DE OLEO DE FRITURA, EVITANDO A CONTAMINAÇÃO  DAS VIAS E EFLUENTES E LENÇÓIS FREÁTICOS, GERANDO MAIS DE 270 EMPREGOS DIRETOS E PELO MENOS, 800 EMPREGOS INDIRETOS. TRABALHANDO SOMENTE COM COOPERATIVAS DE CATADORES E COMUNIDADES DE BAIXA RENDA 
 
LEMBRE-SE: 100 ML DE OLEO DE FRITURA CONTAMINAM 1 MILHÃO DE LITROS DE ÁGUA
 
Problemática:

 

Os óleos vegetais usados recaem no tipo de resíduos que é geralmente proveniente das mais diversas origens (domésticas, industriais, etc.). Esta questão tem sido colocada em lugar de importância em termos nacionais e internacionais, uma vez que caracteriza problemas ambientais associados às práticas inadequadas de descarte.

 

 

Um dos problemas principais é a dificuldade de se viabilizar a coleta e respectiva reciclagem de óleo vegetal usado, o que atualmente é feito de forma muito dispersa e ou em pequena quantidade, onde os respectivos geradores (residências, bares, restaurantes, grandes cozinhas) acabam jogando o óleo usado nos ralos, contaminando irreversivelmente lençóis freáticos, rios e canais que eventualmente se comunicam com o mar.

 
Objetivos: 
 
- O PROJETO BIOREDES foi desenvolvido com objetivo principal e primordial incrementar a criação de  redes de coleta e processamento de óleo de fritura atraves da introdução de iniciativas locais e ou regionais em parceria com cooperativas de catadores, gestores publicos, privados e entidades de fomento educacional, social e ambiental, visando viabilizar  A implantação de uma metodologia auto-sustentável e de novas possibilidades de trabalho que gerem mais emprego e renda para populações  urbanas de baixa renda.
 
Público Alvo:
 
Gestores Publicos e privados; integrantes de cooperativas; sindicos de condominios; estudantes; donas de casa; dirigentes de associações de bairro; diretores de escolas e cidadãos que estejam interessados em contribuir para a diminuir a contaminação associada ao oleo de fritura, conhecer novas possibilidades de ganhar emprego e rendas e desenvolver praticas de cidadania abientalmente corretas.
 
Facilitadora: DENISE DE MATTOS GAUDARD
 

Consultora parceira da DISQUE ÓLEO, que coleta e processa óleo de fritura (OVU) no municipio de Caxias, RJ. Criadora do Projeto BIOREDES, que visa viabilizar a implantação da gestão de resíduos conjugado com coleta seletiva e coleta e processamento de óleo de fritura para transformação em sabão e biodiesel feita por associações e ou cooperativas de catadores urbanos (junto a prefeituras e com entidades parceiras)

Coordenadora Brasil da Ong AÇUCAR-ÉTICO. Escreve artigos sobre Mercado Créditos de Carbono, MDL e afins em varias outras mídias nacionais e internacionais.

 
INSCRIÇÕES :
            
                                                                                         
No Ministerio da Fazenda:
Av. Presidente Antonio Carlos, 375 - Centro, Rio de Janeiro – RJ Com Sonia Vieira ou Vera Lobo 
(21) 3805-3091/97
 
 
 
Denise de Mattos Gaudard
Consultoria Socioambiental
denisedemattos@gmail.com
(msn): denisedematos@hotmail.com
55 (21) 2246-7255
55 (21) 8875-8820
www.disqueoleo.com.br




Projeto EletroAcústico em São Paulo

14 05 2008

Tenho a oportunidade de organizar um encontro musical e um sonho meu, e gostaria muito de convidar aos que meditam quando tocam algum instrumento ou quando ouvem uma canção, estes que acreditaram que não importa o som….se ele for HARMÔNICO.

CONHEÇAM O PROJETO …e sejam Bem Vindos!

O Projeto Eletroacústico junta os BPM´S eletrônicos com elementos acústicos e percursivos.

Na Estréia do projeto a Banda ELETRIKA faz um som totalmente inovador.
Formada por quatro mulheres incríveis, é liderada por Samara Iacono.
A Eletrika mescla:

MÚSICA ELETRÔNICA POP
DANCE CLÁSSICO (ANOS 90)
HIP HOP E DANCE MUSIC ATUAL

MAIS INFORMAÇÕES: www. maoribar. com. br





No BMX e Moto X, só gringos levaram medalhas para casa. Brasileiros dominaram no skate

29 04 2008

Vencedores do X-Games

Da redação – Revista Rolling Stone

Aconteceu no último fim de semana a primeira edição brasileira dos X-Games, a “olimpíada dos esportes radicais”. Dos três esportes que tinham competição no evento, o skate foi dominado por brasileiros, enquanto as medalhas na BMX e no Moto X foram todas papadas por estrangeiros.

Esporte radical mais difundido no país, o skate teve suas duas modalidades (street e vertical) vencidas por brasileiros.

Bob Burnquist, atleta sensação do evento, venceu o vertical com volta repleta de manobras. Digo Menezes, primeiro na classificação de sexta-feira, ficou em segundo, e Lincoln Ueda abocanhou o bronze. Sandro Dias, o Mineirinho, aplicou uma das mais difíceis manobras, o 900º, mas fora de sua bateria. Encerrou a competição em quarto lugar.

No street, Rodil Ferrugem, grande expoente da modalidade, ficou só em quinto lugar. Foi um dos pódios mais disputados, com Lucas Carvalho Xaparral em primeiro (85.50 pontos), Rodolfo Gugu Ramos e Paulo Correa empatados com (85 pontos) e Daniel Vieira em quarto lugar (82.50 pontos).

Promessa de medalha no BMX street, o jovem Garrett Reynolds ficou em primeiro na competição, alcançando 92.89 pontos em um total de 100. Completaram o pódio Sean Sexton e Aaron Ross. O melhor brasileiro colocado na modalidade foi Leandro Moreira Overall, em sétimo. No half-pipe, Simon Tabron, Zack Warden e Jimmy Walker levaram as medalhas.

O Moto X foi inteiramente dominado por Todd Potter, que venceu a modalidade Best Trick (Melhor manobra) e que ficou em segundo lugar no Step Up, o salto em altura do motocross, chegando a marca de 21,5 metros.

Completaram o pódio do Best Trick os americanos Greg Hartman e Brice Izzo. No Step Up, Matt Buyten chegou aos 22 metros e venceu a prova, com Kyle Loza em terceiro lugar.





Bob Burnquist fica com o ouro no skate vertical do X-Games

29 04 2008

da Folha Online

O brasileiro Bob Burnquist conquistou neste domingo a medalha de ouro no skate vertical da edição nacional dos X-Games, evento que é considerado a Olimpíada dos esportes radicais, que está sendo disputado em São Paulo.

Digo Menezes ficou com a medalha de prata, enquanto Lincoln Ueda obteve o bronze. O skatista brasileiro Sandro Dias, o Mineirinho, não foi bem e ficou de fora do pódio.

Ontem, Lucas Carvalho, conhecido como Xaparral, conquistou a medalha de ouro no skate street. Outros dois brasileiros completaram o pódio. A prata ficou com Rodolfo Ramos, enquanto Paulo Correa Galera ficou na terceira colocação.

A Prefeitura da capital paulista investiu R$ 450 mil para receber pela primeira vez o evento, no Anhembi.





WQS: Deu Brasil em Merewether Beach

7 04 2008

 


Adriano de Souza, o Mineirinho, conquistou no último domingo o título da etapa quatro estrelas do WQS, que rolou entre os dias 31 de março a 6 de abril em Merewether Beach, Austrália.Logo na primeira onda o brasileiro arrancou 8,67 pontos e impôs o ritmo da disputa. O francês Jeremy Flores, que antes de iniciar na bateria tinha dito que Mineirinho era um dos fortes candidatos a faturar o título, já que o mar apresentava ondas de 1,5m, muito similares às encontradas no Brasil, não teve uma boa atuação e viu o brazuca confirmar a vitória dois minutos antes do término da bateria.

Com uma onda espetacular que lhe um 9,33, Mineirinho faturou o título por um placar de 18,00 a 9,84 e levou para casa 1.500 pontos além do prêmio de US$ 10 mil.

“A um bom tempo tento vencer o Jeremy e hoje nos encontramos na final. Tenho treinando duro durante esse ano e por isso essa vitória significa muito para mim. Antes do início da final eu sabia que deveria começar bem, para colocar a pressão em cima do meu adversário, e foi o que aconteceu. Felizmente eu venci e espero voltar no próximo ano para defender o título” – disse o brasileiro.

Já o catarinense Willian Cardoso, que teve uma ótima atuação durante toda a etapa foi eliminado nas quartas-de-final pelo vice-campeão Jeremy Flores, com um placar de 15,17 a 11,50.

A última perna australiana será realizada em Margaret River, no oeste do país, entre os dias 7 e 13 de abril.

Confira o ranking do WQS 2008 depois da última etapa:

1 Patrick Gudauskas (EUA) – 3.919 pontos
2 Nathaniel Curran (EUA) – 3.125
3 T. J. Barron (Haw) – 2.988
4 Brett Simpson (EUA) – 2.725
5 Gabe Kling (EUA) – 2.688
6 Raoni Monteiro (Bra) – 2.500
7 Shaun Gossmann (Aus) – 2.438
8 Mike Losness (EUA) – 2.425
9 Brian Toth (Pri) – 2.295
10 Nathan Hedge (Aus) – 2.244
11 Austin Ware (EUA) – 2.114
12 Tim Boal (Fra) – 2.113
13 William Cardoso (Bra) – 2.100
14 Leigh Sedley (Aus) – 2.025
15 Matt Wilkinson (Aus) – 2.013

20 Hizunomê Bettero (Bra) – 1.875 pontos
29 Wilson Nora (Bra) – 1.625
32 Jean da Silva (Bra) – 1.550
38 Adriano de Souza (Bra) – 1.500
47 Simão Romão (Bra) – 1.375
47 Danilo Costa (Bra) – 1.375
47 Peterson Rosa (Bra) – 1.375
68 Diego Rosa (Bra) – 1.263

Mariana Pieroni – Ricosurf